Bem-Vindo à Casa dos Espíritos
Agradecimentos
Espero que minha agente, Michelle Brower, não esteja ficando cansada
dos meus sinceros agradecimentos, mas ela os merece mais e mais por
sua ajuda, sua positividade e seus excelentes conselhos. Também sou
grato a Sean Daily, da Hotchkiss and Associates, por responder a
inúmeras perguntas bobas sobre as indústrias da televisão e do cinema, e
a Tom Colgan, meu editor e amigo, pela fé que deposita em mim. Sua
assistente, Amanda Ng, é tão competente, profissional e eficaz que se
torna quase invisível, mas eu a conjuro aqui para agradecê-la. Naomi
Kashinsky e o pai dela, Alan, tiveram um valor inestimável em minha
pesquisa sobre a Rússia, assim como o embaixador Robert Patterson,
que esteve em Moscou mais ou menos na mesma época em que nosso
protagonista teria visitado a cidade a caminho de uma experiência de
viagem estrangeira bastante desagradável. O capitão K.R. Kollman, da
Marinha Mercante dos Estados Unidos, estava no lugar certo e na hora
certa para me ajudar com dúvidas sobre alguns procedimentos da
Guarda Costeira. Steve Townsend foi meu principal ajudante sobre o
Enon. Meu grande amigo Eric Brown (poeta, pai, músico e o prefeito
não oficial de Yellow Springs, Ohio) faz uma participação especial aqui
— agradeço a ele e também a Dino por me deixarem usar seu banheiro.
Cookie e Gene Schoonmaker-Franczec dividiram sua casa em Sterling
(no estado de Nova York) e suas histórias comigo; o estúdio de Cookie
serviu como modelo para o de Anneke, mas tenho certeza de que todas
as similaridades entre elas terminam por aí. Agradeço aos
leitores/ouvintes/apoiadores Kelly Cochran Davis, Patrick Johnson, Dan
Fox, Ciara Carinci, Angela Valdes, Cyrus Rua e Elona Dunn, mas especialmente a Jennifer Schlitt e Noelle Burk, cujo entusiasmo inicial
por esta história afetou a trajetória dela das melhores formas possíveis.
Faço um agradecimento especial para o diretor Gary Izzo, que
discretamente tem perseguido a excelência na arte e na comédia nos
bosques de Cayuga County, em Nova York, por mais de trinta anos. Se
ele não tivesse me dado um papel na sua peça Bless the Mark,
representada no Sterling Renaissance Festival em 1992 (e muitas vezes
desde então), eu nunca teria conhecido as belas montanhas, os lindos
vales e os vistosos campos que compõem a área centro-oeste do estado
de Nova York, nunca teria me unido à estranha e maravilhosa tribo que
me deu tantas amizades duradouras, e você não teria este livro em mãos.
Por fim, agradeço ao Burly Minstrel, Jim Hancock, cujo violão (sempre
de prontidão) e voz aveludada forneceram a trilha sonora para diversos
pores do sol de partir o coração na ribanceira McIntyre — a mesma
ribanceira que aparece nesta história.
Sou privilegiado pelas amizades que tenho.
CHRISTOPHER BUEHLMAN é um escritor norte-americano, vencedor do
prêmio Bridport Prize por seu trabalho em poesia. Escreveu quatro
espetáculos teatrais, incluindo Vulgar Sermons, uma coletânea de peças
curtas com a qual excursionou em festivais renascentistas por mais de
uma década. Tem quatro romances publicados internacionalmente,
incluindo Between Two Fires, uma elogiada fantasia histórica, situada no
auge da Peste Negra na Europa medieval. Seu livro de estreia, Those
Across the River, foi indicado ao World Fantasy Award em 2011. Saiba
mais em christopherbuehlman.com.
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