Bem-Vindo à Casa dos Espíritos

Christopher Buehlman · Capítulo 133 de 134

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Bem-Vindo à Casa dos Espíritos

Agradecimentos

 

 

Espero que minha agente, Michelle Brower, não esteja ficando cansada

dos meus sinceros agradecimentos, mas ela os merece mais e mais por

sua ajuda, sua positividade e seus excelentes conselhos. Também sou

grato a Sean Daily, da Hotchkiss and Associates, por responder a

inúmeras perguntas bobas sobre as indústrias da televisão e do cinema, e

a Tom Colgan, meu editor e amigo, pela fé que deposita em mim. Sua

assistente, Amanda Ng, é tão competente, profissional e eficaz que se

torna quase invisível, mas eu a conjuro aqui para agradecê-la. Naomi

Kashinsky e o pai dela, Alan, tiveram um valor inestimável em minha

pesquisa sobre a Rússia, assim como o embaixador Robert Patterson,

que esteve em Moscou mais ou menos na mesma época em que nosso

protagonista teria visitado a cidade a caminho de uma experiência de

viagem estrangeira bastante desagradável. O capitão K.R. Kollman, da

Marinha Mercante dos Estados Unidos, estava no lugar certo e na hora

certa para me ajudar com dúvidas sobre alguns procedimentos da

Guarda Costeira. Steve Townsend foi meu principal ajudante sobre o

Enon. Meu grande amigo Eric Brown (poeta, pai, músico e o prefeito

não oficial de Yellow Springs, Ohio) faz uma participação especial aqui

— agradeço a ele e também a Dino por me deixarem usar seu banheiro.

Cookie e Gene Schoonmaker-Franczec dividiram sua casa em Sterling

(no estado de Nova York) e suas histórias comigo; o estúdio de Cookie

serviu como modelo para o de Anneke, mas tenho certeza de que todas

as similaridades entre elas terminam por aí. Agradeço aos

leitores/ouvintes/apoiadores Kelly Cochran Davis, Patrick Johnson, Dan

Fox, Ciara Carinci, Angela Valdes, Cyrus Rua e Elona Dunn, mas especialmente a Jennifer Schlitt e Noelle Burk, cujo entusiasmo inicial

por esta história afetou a trajetória dela das melhores formas possíveis.

Faço um agradecimento especial para o diretor Gary Izzo, que

discretamente tem perseguido a excelência na arte e na comédia nos

bosques de Cayuga County, em Nova York, por mais de trinta anos. Se

ele não tivesse me dado um papel na sua peça Bless the Mark,

representada no Sterling Renaissance Festival em 1992 (e muitas vezes

desde então), eu nunca teria conhecido as belas montanhas, os lindos

vales e os vistosos campos que compõem a área centro-oeste do estado

de Nova York, nunca teria me unido à estranha e maravilhosa tribo que

me deu tantas amizades duradouras, e você não teria este livro em mãos.

Por fim, agradeço ao Burly Minstrel, Jim Hancock, cujo violão (sempre

de prontidão) e voz aveludada forneceram a trilha sonora para diversos

pores do sol de partir o coração na ribanceira McIntyre — a mesma

ribanceira que aparece nesta história.

 

Sou privilegiado pelas amizades que tenho.

CHRISTOPHER BUEHLMAN é um escritor norte-americano, vencedor do

prêmio Bridport Prize por seu trabalho em poesia. Escreveu quatro

espetáculos teatrais, incluindo Vulgar Sermons, uma coletânea de peças

curtas com a qual excursionou em festivais renascentistas por mais de

uma década. Tem quatro romances publicados internacionalmente,

incluindo Between Two Fires, uma elogiada fantasia histórica, situada no

auge da Peste Negra na Europa medieval. Seu livro de estreia, Those

Across the River, foi indicado ao World Fantasy Award em 2011. Saiba

mais em christopherbuehlman.com.

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