Virologia
Apresentação clínica
FIG. 1 Um paciente com infecção pelo vírus da febre hemorrágica da Crimeia-Congo. (A fotografia é uma cortesia do CDC/B. E. Henderson.)
Apresentação clínica
Os sinais e sintomas específicos variam conforme a doença, mas os sinais iniciais incluem a febre, fadiga, tontura, dores musculares, perda de força e exaustão. A doença pode progredir para uma fase hemorrágica, quando ocorre sangramento na pele, em locais de injeção, e nos órgãos internos e pelos orifícios corporais, como a boca, olhos e ouvidos. Pacientes gravemente doentes podem desenvolver ou evoluir para choque, convulsões ou encefalite. Algumas formas de FHV estão associadas à insuficiência
renal (Fig. 1).
Tratamento
O tratamento de suporte é padrão para a maioria das FHVs. A ribavirina tem se mostrado eficaz no tratamento de alguns indivíduos com a síndrome pulmonar/renal causada pelo vírus de Lassa ou hantavírus. O uso do plasma da fase convalescente no tratamento da febre hemorrágica argentina apresentou sucesso em alguns pacientes.
Controle Com exceção da febre amarela, febre hemorrágica argentina e febre do Vale do Rift, para as quais foram desenvolvidas vacinas, não existem vacinas para prevenir as FHVs. Portanto, o foco da prevenção está em evitar o contato com o hospedeiro ou o vetor. Se ocorrer um caso, o indivíduo infectado deve ser isolado e regras rígidas de controle de infecção devem ser implementadas para prevenir a transmissão.
Tabela 1
Classificações
Pare e pense
Onde no mundo se corre o risco de contrair uma febre hemorrágica
viral?
Para os roedores que atuam como vetores:
1. Controlar a população de roedores
2. Desencorajar os roedores de se aninhar ou deixar a casa e os locais de
trabalho
3. Encorajar a limpeza segura de ninhos ou fezes de roedores.
Para os artrópodes que atuam como vetores: