Virologia

Stephen N.J. Korsman · Capítulo 198 de 211

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Virologia

Apresentação clínica

FIG. 1 Um paciente com infecção pelo vírus da febre hemorrágica da Crimeia-Congo. (A fotografia é uma cortesia do CDC/B. E. Henderson.)

 

 

Apresentação clínica

Os sinais e sintomas específicos variam conforme a doença, mas os sinais iniciais incluem a febre, fadiga, tontura, dores musculares, perda de força e exaustão. A doença pode progredir para uma fase hemorrágica, quando ocorre sangramento na pele, em locais de injeção, e nos órgãos internos e pelos orifícios corporais, como a boca, olhos e ouvidos. Pacientes gravemente doentes podem desenvolver ou evoluir para choque, convulsões ou encefalite. Algumas formas de FHV estão associadas à insuficiência

renal (Fig. 1).

 

Tratamento

O tratamento de suporte é padrão para a maioria das FHVs. A ribavirina tem se mostrado eficaz no tratamento de alguns indivíduos com a síndrome pulmonar/renal causada pelo vírus de Lassa ou hantavírus. O uso do plasma da fase convalescente no tratamento da febre hemorrágica argentina apresentou sucesso em alguns pacientes.

 

Controle Com exceção da febre amarela, febre hemorrágica argentina e febre do Vale do Rift, para as quais foram desenvolvidas vacinas, não existem vacinas para prevenir as FHVs. Portanto, o foco da prevenção está em evitar o contato com o hospedeiro ou o vetor. Se ocorrer um caso, o indivíduo infectado deve ser isolado e regras rígidas de controle de infecção devem ser implementadas para prevenir a transmissão.

Tabela 1

Classificações

 

Pare e pense

 Onde no mundo se corre o risco de contrair uma febre hemorrágica

viral?

 

Para os roedores que atuam como vetores:

1. Controlar a população de roedores

2. Desencorajar os roedores de se aninhar ou deixar a casa e os locais de

trabalho

3. Encorajar a limpeza segura de ninhos ou fezes de roedores.

Para os artrópodes que atuam como vetores: