Virologia

Stephen N.J. Korsman · Capítulo 75 de 211

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Virologia

Varíola dos Macacos

Quadro clínico

Geralmente é assintomática, mas em alguns indivíduos ocorriam complicações potencialmente fatais. Cerca de 8 a 10% apresentam um exantema leve ou lesões localizadas. Portanto, as contraindicações incluem condições ou tratamentos que podem causar imunodeficiência, por exemplo, corticosteroides, infecção por HIV; afecções cutâneas, por exemplo, queimaduras, dermatite, eczema; gravidez ou amamentação. Não existem contraindicações à vacinação em indivíduos expostos à varíola.

Pare e pense

 Quais as outras infecções virais que esperamos erradicar? Quais os microrganismos que são atualmente considerados agentes

potenciais de bioterrorismo?

 

Vírus da vaccínia recombinante

Devido a seu genoma grande, o vírus da vaccínia é o vetor ideal para a inserção de genes exógenos, especialmente para ser usado como vacina. Isso permite que o vírus produza as proteínas exógenas no hospedeiro, estimulando uma resposta imune. Em virtude da preocupação com a segurança, são usados estirpes de vaccínia altamente atenuadas.

 

Varíola dos Macacos

Epidemiologia

Os hospedeiros naturais da varíola dos macacos são os esquilos e outros

roedores. Sua distribuição natural parece ser apenas na África, apesar de cães de pradaria terem sido infectados nos EUA, provavelmente devido à exposição a animais de estimação importados. Os seres humanos e os macacos são hospedeiros ocasionais.

 

Patogênese e quadro clínico Semelhante à varíola, mas menos infecciosa e com sintomas menos graves, mas com uma linfadenopatia mais severa e uma taxa de mortalidade menor.