Poesia de Álvaro de Campos

Fernando Pessoa · Capítulo 9 de 291

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Poesia de Álvaro de Campos

A Luz Crua do Estio Prematuro

Sai como um grito do ar da primavera...

Meus olhos ardem-me como se viesse da Noite...

Meu cérebro está tonto, como se eu quisesse justiça... Contra a luz crua todas as formas são silhueta