Poesia de Álvaro de Campos
A Luz Crua do Estio Prematuro
Sai como um grito do ar da primavera...
Meus olhos ardem-me como se viesse da Noite...
Meu cérebro está tonto, como se eu quisesse justiça... Contra a luz crua todas as formas são silhueta
Poesia de Álvaro de Campos
Sai como um grito do ar da primavera...
Meus olhos ardem-me como se viesse da Noite...
Meu cérebro está tonto, como se eu quisesse justiça... Contra a luz crua todas as formas são silhueta