Poesia de Álvaro de Campos
A Clareza Falsa Rígida Não-Lar dos Hospitais
A CLAREZA FALSA RÍGIDA NÃO-LAR
DOS HOSPITAIS
A clareza falsa, rígida, não-lar dos hospitais
A alegria humana, vivaz, sobre o caso da vizinha
Da mãe inconsolável a que o lho morreu há um ano. Trapos somos, trapos amamos, trapos agimos — Que trapo tudo que é este mundo!