Poesia de Álvaro de Campos

Fernando Pessoa · Capítulo 5 de 291

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Poesia de Álvaro de Campos

A Clareza Falsa Rígida Não-Lar dos Hospitais

A CLAREZA FALSA RÍGIDA NÃO-LAR

DOS HOSPITAIS

A clareza falsa, rígida, não-lar dos hospitais

A alegria humana, vivaz, sobre o caso da vizinha

Da mãe inconsolável a que o lho morreu há um ano. Trapos somos, trapos amamos, trapos agimos — Que trapo tudo que é este mundo!