Poesia de Álvaro de Campos
E Deito um Cigarro Meio Fumado Fora
E DEITO UM CIGARRO MEIO FUMADO
FORA
E deito um cigarro meio fumado fora
Para irremediavelmente acender um novo cigarro Impaciente até à angústia,
Como quem espera numa estação dos arredores
O comboio que há de trazer ah tão talvez, quem talvez venha