Poesia de Álvaro de Campos

Fernando Pessoa · Capítulo 103 de 291

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Poesia de Álvaro de Campos

E Deito um Cigarro Meio Fumado Fora

E DEITO UM CIGARRO MEIO FUMADO

FORA

E deito um cigarro meio fumado fora

Para irremediavelmente acender um novo cigarro Impaciente até à angústia,

Como quem espera numa estação dos arredores

O comboio que há de trazer ah tão talvez, quem talvez venha