Poesia de Álvaro de Campos

Fernando Pessoa · Capítulo 175 de 291

Páginas do PDF

Poesia de Álvaro de Campos

No Ocaso Sobre Lisboa no Tédio dos Dias que Passam

NO OCASO SOBRE LISBOA NO TÉDIO

DOS DIAS QUE PASSAM

No ocaso, sobre Lisboa, no tédio dos dias que passam, Fixo no tédio do dia que passa permanentemente Moro na vigília involuntária como um fecho de porta Que não fecha coisa nenhuma.

Meu coração involuntário, impulsivo,

Naufraga a es nges indigentes

Nas consequências e ns, [?acordando?] no [?além?]...