Inverno do Mundo
Capítulo V
Chuck ficou em pé no convés, olhando para a água, enquanto o sol caía atrás do Yorktown e o navio afundava lentam ente. Ocorreu-lhe que, durante o dia inteiro, ele não vira um a em barcação j aponesa sequer. Toda a batalha fora travada no ar. Pensou se aquela teria sido a prim eira batalha naval de um novo tipo. Nesse caso, os porta-aviões seriam as em barcações m ais im portantes do futuro. Nenhum a outra teria m uita relevância.
Trixie Paxm an apareceu ao seu lado. Chuck ficou tão feliz por ver o am igo vivo que o abraçou.
O piloto lhe contou que a últim a frota de bom bardeiros de m ergulho Dauntless que decolara d o Enterprise e do Yorktown tinha conseguido incendiar e destruir o Hiryu, últim o porta-aviões j aponês.
– Quer dizer que todos os porta-aviões j aponeses estão fora de com bate? – perguntou Chuck.
– Sim . Nós pegam os todos eles, e só perdem os um dos nossos.
– Então nós ganham os? – continuou Chuck.
– Sim – respondeu Trixie. – Acho que sim .
V
Depois da batalha de Midway, ficou claro que a guerra no Pacífico seria vencida por aviões transportados em navios. Tanto o Japão quanto os Estados Unidos deram início a program as para construir porta-aviões o m ais rápido possível.
Em 1943 e 1944, o Japão fabricou sete im ensas e caras em barcações desse tipo.
No m esm o período, os Estados Unidos fabricaram noventa.