O dia da caça

James Patterson · Capítulo 98 de 165

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O dia da caça

capítulo 96

 

PEDI LICENÇA POR ALGUNS MINUTOS e peguei o celular de Adanne em prestado para fazer um a ligação. Não achava que Flaherty fosse atender, m as queria ao m enos tentar restabelecer contato com a CIA.

Portanto, fiquei surpreso quando Flaherty atendeu ao segundo toque e, depois, chocado ao perceber que ele sabia quem estava ligando.

– Cross?

– Flaherty ? Com o você sabia que era eu?

– Identificador de cham adas, j á ouviu falar?

– Mas...

– Tansi. O nom e da sua nam orada está no registro de voos da União Africana j unto com o seu. Tenho procurado você por toda parte. Aliás, vocês dois. Ela tam bém é um a celebridade. Escreve artigos controversos, um atrás do outro. É peixe grande aqui. Precisam os conversar. Seriam ente. Você finalm ente conquistou m eu interesse. E o seu assassino, Tiger, tam bém .

– Espere um instante. Vá com calm a. – Eu tinha m e esquecido quão rápido Flaherty conseguia m e tirar do sério. – Você estava m e procurando? Desde quando? Só tentei ligar para você 16 vezes.

– Desde que descobri algo que você quer saber.

– O que quer dizer com isso?

Ele não respondeu logo.

– Quero dizer que descobri algo que você quer saber.

De repente, ficou óbvio que ele não confiava naquela linha telefônica. Levei um instante para m e recom por e então peguei um a caneta de cim a da m esa.

– Onde podem os nos encontrar?

– Am anhã, no m esm o horário de antes, no lugar indicado no cartão que lhe dei. Sabe do que estou falando, detetive Cross?

Ele se referia ao banco na Broad Street, m as não queria dizer isso, é claro. Ficava na ilha Victoria, o que era perfeito para m im .

– Entendido. Nos vem os lá.

– E capriche no figurino, detetive. Use um a gravata ou algo parecido.

– Um a gravata? – falei. – Do que você está falando?

Mas ele j á havia desligado.

Que babaca!