O dia da caça
capítulo 96
PEDI LICENÇA POR ALGUNS MINUTOS e peguei o celular de Adanne em prestado para fazer um a ligação. Não achava que Flaherty fosse atender, m as queria ao m enos tentar restabelecer contato com a CIA.
Portanto, fiquei surpreso quando Flaherty atendeu ao segundo toque e, depois, chocado ao perceber que ele sabia quem estava ligando.
– Cross?
– Flaherty ? Com o você sabia que era eu?
– Identificador de cham adas, j á ouviu falar?
– Mas...
– Tansi. O nom e da sua nam orada está no registro de voos da União Africana j unto com o seu. Tenho procurado você por toda parte. Aliás, vocês dois. Ela tam bém é um a celebridade. Escreve artigos controversos, um atrás do outro. É peixe grande aqui. Precisam os conversar. Seriam ente. Você finalm ente conquistou m eu interesse. E o seu assassino, Tiger, tam bém .
– Espere um instante. Vá com calm a. – Eu tinha m e esquecido quão rápido Flaherty conseguia m e tirar do sério. – Você estava m e procurando? Desde quando? Só tentei ligar para você 16 vezes.
– Desde que descobri algo que você quer saber.
– O que quer dizer com isso?
Ele não respondeu logo.
– Quero dizer que descobri algo que você quer saber.
De repente, ficou óbvio que ele não confiava naquela linha telefônica. Levei um instante para m e recom por e então peguei um a caneta de cim a da m esa.
– Onde podem os nos encontrar?
– Am anhã, no m esm o horário de antes, no lugar indicado no cartão que lhe dei. Sabe do que estou falando, detetive Cross?
Ele se referia ao banco na Broad Street, m as não queria dizer isso, é claro. Ficava na ilha Victoria, o que era perfeito para m im .
– Entendido. Nos vem os lá.
– E capriche no figurino, detetive. Use um a gravata ou algo parecido.
– Um a gravata? – falei. – Do que você está falando?
Mas ele j á havia desligado.
Que babaca!