O dia da caça

James Patterson · Capítulo 157 de 165

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O dia da caça

capítulo 155

 

FUI DESPERTADO BEM CEDO PELA m anhã. Alguém estava entrando na casa!

Dava para perceber que era m ais de um a pessoa.

Saltei do sofá, tentando organizar m eus pensam entos depressa, m e concentrando em com o pegar m inha arm a no escritório, quando dois hom ens irrom peram na sala de estar.

Fiquei surpreso – ou m elhor, chocado – ao deparar com Steven Millard e Merrill Sny der, da CIA. Millard falou prim eiro:

– Detetive Cross, não sabíam os que o senhor estava aqui. Nós...

Mais alguém entrou na sala atrás de Millard e Sny der. Meu Deus, era Ali.

E ele parecia bem – ileso.

Ele estava sim plesm ente fantástico: a salvo, vivo, em casa.

– Ali! – cham ei, indo em sua direção. – Ali!

– Papai! Papai! – gritou ele enquanto corria e se j ogava nos m eus braços.

Meu garotinho chorava e trem ia descontroladam ente.

Não, não... era eu que estava chorando e tremendo. Ali estava apenas m e abraçando com um a força incrível. Ele não parava de repetir: “Papai, papai, papai!” Eu poderia ficar ouvindo essas palavras para sem pre.

O que estava acontecendo ali?, perguntei-m e, olhando para os hom ens da CIA em busca de respostas. Então vi que Eric Dana e m eu am igo Al Tunney tam bém tinham chegado.

– Alex? É você que está aí? Alex, é você?

A voz era de Nana, m as a pessoa que vi entrar na sala de estar foi Jannie.

Ela estava com os braços esticados e soluçava ao vir correndo e se j ogar contra m eu peito.

– Oh, m eu am or, m inha filha querida – sussurrei enquanto ela se apertava contra m eu corpo. – Oh, Jannie, m eu anj o.

– Eu estou bem , nós estam os bem – disse ela. – Eles nos prenderam num a sala. Fizeram um m onte de perguntas. A gente não sabia por que, papai, a gente não sabia de nada.

– Não, é claro que não sabiam .

Então Nana entrou na sala de estar, com os om bros curvados, parecendo ao m esm o tem po terrível e m aravilhosa. Ela se aproxim ou e todos nos abraçam os. Os agentes da CIA ficaram apenas olhando, com ternura, ao que parecia, m as não disseram nada.

– Eles não nos m achucaram – disse Nana. – Graças a Deus estam os todos j untos aqui. Estam os todos em segurança.

Isto era o bastante para m im naquele m om ento inacreditável, o m ais em ocionante da m inha vida: nós estávam os todos j untos e em segurança.