O dia da caça

James Patterson · Capítulo 159 de 165

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O dia da caça

Epílogo

 

O ÚLTIMO MOCINHO

capítulo 157

 

EU NÃO PODERIA DEIXAR QUE acabasse assim – sim plesm ente não era da m inha natureza. Um a noite, algum as sem anas depois, cheguei à casa em Great Falls, Virgínia, pouco depois das três da m anhã. O interessante – e consideravelm ente assustador – era que eu tinha recebido um telefonem a do psicopata Ky le Craig m ais cedo naquela sem ana. Com a m esm a frieza de sem pre, Ky le disse que estava feliz por eu ter m inha fam ília de volta. E desligou antes que eu pudesse dizer qualquer coisa.

Eu m e concentrei e fui até a porta da frente de um a casa colonial de tij olos verm elhos obsessivam ente bem cuidada. Toquei a cam painha duas vezes e esperei. Conferi m eu relógio. 3:11. Alguns m inutos depois, a luz da varanda foi acesa. Então a porta se abriu devagar.

Steven Millard estava parado ali, usando um roupão felpudo azul-escuro, com as pernas e os pés nus. Ele não parecia tão im ponente sem terno e gravata. Ouvi um a voz de m ulher gritar do andar de cim a:

– Steve, está tudo bem aí em baixo?

– Volte a dorm ir, Em m a. É só trabalho – respondeu ele.

O olhar de Millard retornou ao m eu.

– O que o senhor quer na m inha casa às três da m anhã, detetive Cross? É m elhor valer a pena.

– Por que não m e convida a entrar e lhe explico tudo? Eu bem que gostaria de um café. O senhor tam bém , pelo visto.