O dia da caça

James Patterson · Capítulo 105 de 165

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O dia da caça

capítulo 103

 

MAIS FRUSTRADO E CONFUSO DO que nunca, peguei um táxi para o escritório de Adanne. De lá, voltam os no carro dela para a casa de seus pais, discutindo o caso, o envolvim ento da Unilight e o paradeiro de Tiger.

Meu próxim o passo seria conferir os registros locais – escolas, hospitais, boletins de ocorrência –, qualquer m enção a algum Abidem i Sowande de 1981 até o m om ento.

Adanne tinha boas dicas para m e aj udar a conseguir acesso a inform ações do governo. Ela não ficou surpresa com o fato de as m ultinacionais estarem assustadas e buscando qualquer aj uda que conseguissem encontrar.

– Talvez sua investigação estej a ficando quente – falou. – É o que m e parece.

– É, tam bém acho.

Adanne pegou m inha m ão, um a distração bem -vinda.

– Se for bonzinho – disse ela –, posso até dorm ir com você de novo esta noite.

Eu m e aproxim ei dela, beij ei seu rosto e m e perguntei por quanto tem po conseguiria m e controlar com relação a ela.

– Lem bre-se, Alex, eu sei no que você está pensando. Provavelm ente estou pensando na m esm a coisa.

Som ente quando dobram os a esquina na rua dos pais dela, percebem os que havia algo errado.

– Oh, não – gem eu ela. – Oh, não. Oh, não!

Adanne estacionou no início do quarteirão. Havia pelo m enos m eia dúzia de viaturas policiais e carros de bom beiros parados, uns de frente para os outros, diante da casa de seus pais. Mangueiras serpeavam desde a rua, atravessando o portão aberto, e, atrás do m uro, um a fum aça negra elevava-se para o céu.

Adanne m exeu, desesperada, na trava do cinto de segurança até conseguir soltá-lo.

– Ai, m eu Deus! Ai, m eu Deus!

– Adanne, espere – falei, tentando agarrá-la para que não fosse até lá.

Mas ela j á havia saído do carro e corria em direção à casa dos pais. Gritava com todas as suas forças.

Então tam bém saí correndo.