O dia da caça
capítulo 18
O SOLO SOB AS FILEIRAS DE bom bas de com bustível explodiu, fazendo o asfalto se levantar com o se fosse um tapete sendo enrolado. Labaredas se erguiam a um a altura de pelo m enos 25 m etros, um a m uralha reluzente am arela e laranj a, seguida por um a cam ada pesada e escura de fum aça. Veículos em cham as rolavam com o carros de brinquedo; cam inhoneiros e fam ílias inteiras fugiam aos berros do restaurante, j á atingido pelo fogo e tom ado pelo pânico.
Eu estava correndo bem próxim o do local da explosão. O calor queim ava m eu rosto e parecia que eu tinha perdido m etade da audição.
Mais adiante, pude ver dois utilitários disparando em direção à Rota 50. Eles estavam fugindo!
Vi Bree contornando o extrem o oposto do edifício e suspirei de alívio. Ela estava bem . Saiu correndo em direção ao m eu carro e fiz o m esm o.
Peguei o Mercedes e acelerei rapidam ente até 145 por hora. Por alguns segundos tensos, não havia nada à nossa frente, nada que eu pudesse ver.
– Ali! – disse Bree, apontando os dois utilitários.
Eles devem ter nos visto, porque, nesse m esm o instante, se separaram .
O prim eiro Land Cruiser foi para a esquerda. O segundo, para a direita. Segui o que estava na dianteira, torcendo para que fosse a escolha certa.