O dia da caça

James Patterson · Capítulo 17 de 165

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O dia da caça

capítulo 15

 

ÀS OITO DA NOITE DAQUELE m esm o dia, eu j á havia reunido m eia dúzia de agentes da Divisão de Casos Especiais escolhidos a dedo, além de Bree, Sam pson e eu m esm o. Estávam os à paisana, com coletes à prova de balas debaixo das roupas, bem arm ados e cheios de m icrofones e escutas, esperando no posto de serviço em Chantilly, onde algo que envolvia o assassino poderia estar acontecendo.

Tínham os program ado um turno de 12 horas, das oito da noite às oito da m anhã, se fosse necessário. A equipe j á estava espalhada por cinco setores: estacionam ento da frente, restaurante, posto de gasolina e os dois lados do grande estacionam ento de cam inhões nos fundos. Sam pson tinha um problem a no quadril e por isso estava de vigia no telhado. Bree e eu nos alternávam os entre percorrer o local e proteger a van de com unicações estacionada perto da entrada, com outra boa visão do posto de serviço.

Não havia nem sinal da CIA. Será que eles ainda não tinham chegado?

Durante as prim eiras cinco horas, não houve nada além de estática e m uito café ruim .

Então, logo depois da um a da m anhã, o silêncio foi quebrado.

– Vinte-e-dois-zero-um . Câm bio.

– Pode falar, vinte-e-dois-zero-um .

De dentro da van, olhei para o outro lado do estacionam ento de cam inhões, onde um detetive cham ado Jam al McDonald estava posicionado.

– Localizei dois Land Cruisers. Acabaram de estacionar perto de um cam inhão de com bustível nos fundos. Na ponta noroeste.

– Há quanto tem po o cam inhão está aí? – perguntei.

– Difícil dizer, Alex. Pelo m enos m eia hora. Muitos desses cam inhões entraram e saíram do estacionam ento.

Não sabíam os o que esperar naquela noite, m as roubo de gás natural ou petróleo bruto faria sentido, especialm ente se houvesse nigerianos envolvidos. Eu j á havia saído da van e estava andando em direção a Jam al. Duas dúzias de cam inhões enfileirados, ou m ais, bloqueavam m inha visão daquele canto.

– Nicolo, Redm an, aproxim em -se – ordenei. – Bree, onde você está agora?

– Atrás dos prédios. Indo na direção leste – respondeu ela.

– Ótim o. Todo o resto deve continuar em suas posições. E você, John? Já está vendo algum a coisa?

– Daqui, nada – respondeu Sam pson pelo rádio. – Nenhum m ovim ento por ali além de vocês.

– Jam al, qual a sua proxim idade?

– Espere um pouco. Estou acabando de contornar um cam inhão.

Enquanto eu atravessava o estacionam ento, avistei-o por um instante perto da últim a fileira de veículos. Bree surgiu ao m eu lado, em silêncio.

Eu tinha sacado m inha pistola Glock, m antendo-a abaixada ao lado do m eu corpo. Ela havia feito a m esm a coisa. Será que o assassino está aqui com seu bando? Seriam eles os mesmos que mataram os Cox e os Ahmed?

– Alguém está saindo da cabine – sussurrou Jam al McDonald. – Duas pessoas, na verdade. Estou vendo m ais quatro vindo dos Land Cruisers. Parece que estão com algum tipo de m ochila. Devem ser eles. Espere um pouco. – Então, depois de um breve silêncio, ele exclam ou: – Merda! Acho que m e viram . Parecem crianças... adolescentes!

A essa altura, Bree e eu j á estávam os correndo.

– Jam al, o que está acontecendo? Estam os a cam inho, quase chegando!

Em seguida ouvim os vários tiros.