O dia da caça
capítulo 136
O SOM DO TELEFONE TOCANDO ME acordou de um sono leve no sofá da sala de estar. Atendi ainda sonolento, as extrem idades do m eu corpo form igando.
– Alô.
– Vá pro carro agora, Cross. Estam os vigiando sua casa. A luz está acesa no andar de cim a e na cozinha. Você estava dorm indo na sala.
Um a voz de hom em . Inglês ruim , com sotaque. Tinha ouvido m uito esse j eito de falar nas últim as sem anas, m as dessa vez m e senti especialm ente em sintonia com ele... com cada sílaba.
– Minha fam ília está bem ? – perguntei. – Onde eles estão? Só m e diga isso.
– Traga seu celular. Tem os o núm ero e você vai para onde a gente m andar. E não tente ligar para ninguém , senão sua fam ília m orre. Agora, Cross. Preste atenção.
Eu estava m e sentando, olhando pela j anela da sala de estar, deslizando m eus pés para dentro dos sapatos.
Não vi ninguém lá fora. Não havia nenhum carro nem nenhum a luz visíveis de onde eu estava.
– Por que eu deveria lhe dar ouvidos? – perguntei à pessoa na linha.
Um a segunda voz interrom peu a conversa:
– Porque eu estou mandando!
Em seguida, o telefone foi desligado com um clique do outro lado da linha. A segunda voz tinha soado ríspida, m ais grave do que a prim eira. Eu a reconheci im ediatam ente.
Tiger. Ele estava em Washington. Ele estava com a minha família.