O dia da caça

James Patterson · Capítulo 132 de 165

Páginas do PDF

O dia da caça

capítulo 130

 

SAMPSON, BREE E EU FICAMOS cerca de m ais um a hora na casa. Vasculham os todos os côm odos novam ente, procurando qualquer coisa com a qual pudéssem os trabalhar.

Mas eu sabia que os dois estavam ali para se certificarem de que eu estava bem , especialm ente porque eu dem onstrava estar fraquej ando.

Por fim , falei para John voltar para sua fam ília e dorm ir um pouco.

Ninguém havia m e telefonado nem tentado transm itir qualquer recado para m im .

– Há duas viaturas lá fora – disse Sam pson. – Elas vão ficar lá a noite toda. Nem pense em m e convencer do contrário.

– Eu sei. Estou vendo.

– A ideia é essa. Elas estão ali para serem vistas.

– Certifique-se de que eles estej am alertas – pediu Bree. – Vou ficar aqui tam bém . Diga a eles que estarei de olho.

Sam pson abraçou Bree e depois fez o m esm o com igo. Não houve nenhum a gracinha típica de policiais naquela noite, nenhum a tentativa de aliviar a tensão.

– Qualquer coisa, m e ligue – disse ele para m im .

Então se dirigiu para a porta da cozinha. No m eio do cam inho, parou e virou-se.

– Vou falar com os hom ens lá fora. Talvez peça m ais um a viatura.

Não m e dei o trabalho de concordar ou discordar. Não estava em condições de tom ar decisões àquela altura.

– Obrigado.

– Nós vam os ficar bem – disse Bree.

– Não tenho dúvida – falou Sam pson, assentindo. – Liguem para m im se qualquer coisa acontecer!

Por fim , ele saiu e fechou a porta.

Andei até ela e a tranquei, o que nos daria alguns segundos a m ais se alguém tentasse entrar. Talvez precisássem os.

– Você está bem para encarar isso? – perguntou Bree.

Assenti.

– Você vai ficar com igo? Então claro que estou.

Ela se aproxim ou e m e abraçou de novo.

– Vam os lá para cim a, então. – Ela pegou m inha m ão. – Venha, Alex.

Deixei que Bree m e levasse. Eu continuava m e sentindo entorpecido, com o se estivesse num sonho.

– Há um telefone aqui – disse ela quando entram os no quarto.

Então m e abraçou outra vez, estendeu as m ãos para baixo e com eçou a desafivelar m eu cinto. Cheguei a pensar que não era disso que eu precisava, m as estava enganado.

Até o telefone no quarto tocar.