O dia da caça
capítulo 110
UMA LUZ SE ACENDEU...DUAS, na verdade.
Um a depois da outra, rapidam ente.
Eu não sabia quantas horas haviam se passado. Ou se era de noite ou de dia. Sabia apenas que não tinha dorm ido.
O hom em em quem eu agora pensava com o sendo com andante da polícia, o que eu tinha atropelado com o carro de Adanne, estava parado diante de um a das portas.
Sua m ão ainda estava no interruptor. Duas lâm padas brilhavam intensam ente no teto. Não eram feitas para pegar leve com os olhos, o cérebro ou a alm a.
– Diga-m e o que sabe sobre Tiger – ordenou o hom em enquanto cam inhava para a frente. Notei que tinha trocado de terno... e que havia um curativo retangular na sua testa.
– Onde está Adanne Tansi? – perguntei.
– Não m e irrite, Cross.
Seu sotaque era iorubá e sua voz, calm a. Calm a dem ais. Ele dem onstrava m ais autocontrole do que eu im aginaria, levando-se em conta que eu o havia atropelado e deixado m arcas de pneu na sua cara feia.
– Só m e diga se ela está viva – pedi. – É a única coisa que preciso ouvir de você.
– Ela está viva. Mais ou m enos. Agora, o assassino que você perseguiu até aqui. O que você sabe? Você é da CIA? Ou está trabalhando para ela? Com a repórter?
Pelo m enos ele queria algo de m im . Barganha era m elhor do que nada, im aginei.
– Existem vários Tigers, assassinos de aluguel – falei. – Você sabe disso. O que estou buscando é um hom em enorm e. Opera em nível internacional, com equipes em Lagos e Washington, pelo m enos. Acredito que o nom e dele sej a Sowande. Dois dias atrás, estava em Darfur do Sul. Não sei onde ele está agora.
Fiz um a pausa e o encarei.
– Eu não sou da CIA. Diga-m e onde ela está.
Ele m al encolheu os om bros.
– Está aqui. Em Kirikiri. Não precisa se preocupar. Ela está bem perto. Olhe só! Quem diria? Aí está ela. A repórter chegou.