O dia da caça
capítulo 26
ELE SE ENCONTROU COM O dem ônio branco num cigar bar próxim o à Pennsy lvania Avenue, a alguns quarteirões da Casa Branca. O estabelecim ento tinha as paredes revestidas de lam bris de m adeira. Eles pediram drinques e tira-gostos e o hom em branco escolheu um charuto Partagás.
– Charutos não estão entre os seus vícios? – perguntou o hom em branco.
– Não tenho vícios – respondeu Tiger. – Meu coração é puro.
O hom em branco riu ao ouvir isso.
– O dinheiro foi transferido, 350 m il. Você vai voltar agora?
– Sim , esta noite m esm o. Estou ansioso por voltar para m inha casa, para a Nigéria.
O hom em assentiu.
– Mesm o num m om ento tão turbulento com o este?
– Especialm ente agora. Há m uito trabalho para m im . Gosto da ideia de ficar à toa. Enriquecer com petróleo. Ou quase. Pelo m enos para os m eus padrões.
O hom em branco cortou a ponta de seu charuto caro e Tiger tom ou um gole de conhaque. Ele não tinha certeza, m as achava que sabia quem era o m andante. Não seria a prim eira vez. Os prestadores de serviço africanos que esse grupo contratava nem sem pre eram confiáveis – mas ele era. Sempre.
– Tem outra coisa.
– Com vocês, sem pre tem – disse Tiger.
– Você está sendo seguido por um policial am ericano.
– Ele não vai para a África atrás de m im .
– Na verdade, vai, sim . Talvez você tenha que m atá-lo, m as preferiríam os que não. O nom e dele é Alex Cross.
– Entendi. Alex Cross. Não é nada esperto viaj ar até a África só para m orrer.
– Não – falou o hom em branco. – Tente se lem brar disso você tam bém .