O dia da caça

James Patterson · Capítulo 96 de 165

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O dia da caça

capítulo 94

 

NA MANHÃ SEGUINTE, VOLTAMOS PARA Lagos, exaustos e com o coração pesado. Era óbvio que aquele tipo de loucura era frequente ali. Com o as pessoas suportavam ?

Adanne insistiu em que eu passasse alguns dias com sua fam ília.

– Qualquer coisa que você precisar, Alex. Quero pegar esse assassino tanto quanto você. Já escrevi m uito a respeito dele.

Adanne tinha seu próprio apartam ento na cidade, m as seguim os em seu carro para a casa dos pais dela, em um a parte da ilha Victoria – um lado daquela fascinante m etrópole que eu ainda não conhecia.

As ruas ali eram am plas e lim pas; nenhum a construção tinha m ais de dois andares. A m aioria das casas ficava atrás de m uros de estuque am arelos ou cor-de-rosa. Ainda assim , havia um arom a fam iliar de frutas e flores no ar.

Adanne parou diante de um portão e digitou um código.

– Alex – disse, antes de sairm os do carro –, prefiro poupar m eus pais do estresse e da preocupação. Falei para eles que estávam os em Abuj a. Eles estão com m edo de um a guerra civil.

– Está bem – concordei. – Eu estava com você em Abuj a.

– Obrigada. Você é m uito gentil – sussurrou ela bem perto do m eu ouvido. – Ah, lá estão eles. Vão achar que você é m eu novo nam orado. Mas vou esclarecer isso, não se preocupe.

Estavam todos saindo da garagem no m om ento em que passam os pela entrada de veículos. Eu ainda refletia sobre a ideia de ser o novo namorado de Adanne.

Dois m eninos gêm eos, adoráveis e sorridentes, usando uniform es de colégio com as gravatas desfeitas, apareceram . Eles se acotovelaram para serem os prim eiros a abrir a porta para Adanne.

Ela foi abraçada por todos e, em seguida, fui apresentado. Eu era um policial americano que a estava ajudando numa matéria muito importante. E não era seu novo nam orado. Em questão de segundos, Adanne fez todos rirem daquela ideia ridícula. Ha, ha, ha, que ótima comediante ela era.