O dia da caça

James Patterson · Capítulo 130 de 165

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O dia da caça

capítulo 128

 

VERIFIQUEI TODOS OS QUARTOS. DEPOIS m eu escritório no sótão. Por fim , desci até o porão.

Não havia nada, ninguém , em parte algum a da casa.

Finalm ente, liguei para a Polícia Metropolitana e com uniquei o possível sequestro de m inha fam ília.

Em questão de m inutos, três viaturas pararam diante da casa. As luzes em seus tetos brilhavam am eaçadoram ente. Saí assim que Sam pson chegou.

Expliquei para John o que sabia até o m om ento. Ele ficou com igo na varanda. Eu segurava Rosie nos braços. Na verdade, m e agarrava a ela em busca de consolo. Tudo aquilo parecia irreal e eu estava entorpecido dos pés à cabeça.

– Foi Tiger, só pode ter sido ele. Tem algum a coisa a ver com o que aconteceu na África – falei para John. – Quase fui baleado quando estava vindo do aeroporto. – Apontei para o táxi parado na rua. – O m otorista m e am eaçou com um a arm a.

– Eles estão vivos, Alex – disse Sam pson, passando um braço ao m eu redor. – Têm que estar.

– Espero que você tenha razão. De qualquer form a, eles os teriam m atado aqui, com o fizeram com Ellie e sua fam ília.

– Eles devem achar que você sabe de algum a coisa. Você sabe, Alex?

– Não m uito. – Era um a m entira inofensiva.

Foi então que ouvi um grito de m ulher.

– Alex!... Alex!

Bree! Ela vinha correndo pelo quarteirão desde o lugar onde tivera que deixar o carro. Àquela altura, a polícia j á havia bloqueado totalm ente a Rua 5. Estava com eçando a parecer um a daquelas cenas de crim e horripilantes para as quais eu detestava ser cham ado. Só que, desta vez, era a m inha casa, a m inha fam ília.

– O que houve, Alex? Acabei de receber a cham ada. Vi o endereço. O que aconteceu?

– Alguém sequestrou Nana, Ali e Jannie – disse Sam pson para Bree. – Pelo m enos é o que parece.

Bree se aninhou em m eus braços e m e apertou com força.

– Oh, Alex... Oh, não, Alex.

Ela não fez prom essas vazias, apenas m e ofereceu o único consolo que podia. Seu abraço, algum as palavras sussurradas.

– Nenhum bilhete, nenhum a m ensagem ? – perguntou enfim .

– Não encontrei nada. É m elhor procurarm os outra vez. Acho que não estava pensando com m uita clareza quando fiz a prim eira busca. Sei que não.

– Você acha que deveria voltar lá para dentro agora? – disse ela, segurando m eu braço.

– Tenho que fazer isso. Venham com igo. Vocês dois.

Então nós três voltam os para dentro da casa.