O dia da caça

James Patterson · Capítulo 151 de 165

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O dia da caça

capítulo 149

 

EU ESTAVA FALANDO COM JANNINE. Eu a abraçava, m aravilhado por ela estar bem .

– Onde está Ali? E Nana? – perguntei com um sussurro entusiasm ado. – Você está bem , querida?

De repente, recobrei os sentidos e percebi que estava dorm indo em pé. Jannie não estava ali.

Só eu.

Tinha a sensação de que aquele era o segundo dia de cativeiro. Ou talvez o terceiro. Então fui surpreendido por alguém erguendo o capuz até o m eu nariz, ainda m antendo m eus olhos na escuridão.

– O que foi? – m urm urei. – Quem é você?

Ao falar, percebi com o m eus lábios e m inha boca estavam secos.

Deram -m e água, que escorria de algum lugar, talvez de um a garrafa, descendo pela m inha garganta e por todo m eu rosto.

– Não sej a guloso – falou alguém com um a risada sarcástica. Um sequestrador com um senso de hum or cruel. – Com a isto! Cuidado para não engasgar.

Ele m e deu três bolachas, um a após outra. Não engasguei, m as tive m edo de vom itá-las com a m esm a rapidez com que as com era.

– Água? – pedi. – Mais água, por favor?

Minha garganta estava se fechando de novo.

Depois de um a longa pausa, a garrafa foi levada novam ente aos m eus lábios. Eu bebi com sofreguidão outra vez.

– Rápido dem ais – falou alguém . – Você vai ter cãibras. Não quero que fique desconfortável.

Então fui em purrado de volta para m inha posição.

Contra a parede.