O dia da caça
capítulo 127
EM POUCOS MINUTOS EU ESTAVA na Rua 5.
Estacionei o táxi e corri em direção à casa. No cam inho, tinha com eçado a m e preocupar com Nana e as crianças.
Será que estavam todos bem ? Talvez fosse apenas m ais um a paranoia m inha. Mas talvez não. Tiger não ia atrás de fam ílias? E alguém tinha acabado de tentar m e m atar. Eu não estava im aginando coisas.
Levei um susto quando Rosie, nossa gata, apareceu sorrateira atrás de m im no gram ado da frente.
Quem tinha deixado Rosie sair? Ela era inveteradam ente caseira. Dava para notar que estava m uito agitada. Por quê? O que havia acontecido? O que Rosie tinha visto?
– Nana – cham ei enquanto subia os degraus da entrada. – Nana!
Girei a m açaneta... e a porta estava destrancada!
Isso tam bém era estranho. Ninguém deixava a porta de casa destrancada naquela região, m uito m enos Nana.
– Nana!... Crianças! – cham ei enquanto entrava e percorria o prim eiro piso depressa. Não queria assustá-los só porque eu estava m orrendo de m edo.
Parei na cozinha porque a cena era um desastre com pleto. Nunca a tinha visto daquele j eito. Era com o se alguém tivesse com eçado a fazer um bolo e parado no m eio.
Mas essa não era a única coisa que havia acontecido ali. Cadeiras foram viradas. Pratos e copos estavam quebrados no chão.
Assim com o um a tigela que parecia ter servido para fazer cobertura de baunilha. Nana tinha feito bolo... eu estava com sorte.
Saquei a arm a que havia pegado do taxista.
Com ecei a subir as escadas, incapaz de controlar a respiração. Tentei não tropeçar em Rosie enquanto subíam os j untos.
Sem fazer barulho.
E rápido.