Terra
Capítulo 148
O avião aterrou numa ilha onde, apesar de ser noite, era de dia.
Chovia.
Atravessámos o pequeno aeroporto de Keflavik até à saída. Encontrámo-nos ali com um homem que estava à nossa espera para entregarmos o veículo que tínhamos alugado: um todo-o-terreno muito potente. O meu irmão referira que, para se circular por muitas das estradas do país, era necessário um quatro-por-quatro.
Entrámos no veículo e, sob uma chuva que parecia querer devorar tudo em volta, arrancámos em busca de respostas, em busca da verdade.
Foi no fim dessa viagem que me apercebi de que o principal problema de procurar a verdade era encontrá-la e não saber o que fazer com ela.
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