Química Orgânica: Volume 1 (2ª Edição)

David Klein · Capítulo 131 de 302

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Química Orgânica: Volume 1 (2ª Edição)

7.1 Introdução às Reações de Substituição

VOCÊ SE LEMBRA ?

Antes de prosseguir, certi que-se de que você compreende os tópicos citados a seguir.

Se for necessário, faça uma revisão das seções sugeridas para se preparar para este capítulo.

 

• O Sistema de Cahn-Ingold-Prelog (Seção 5.3)

 

• Cinética e Diagramas de Energia (Seções 6.5, 6.6)

 

• Nucleó los e Eletró los (Seção 6.7)

 

• Setas Curvas e Rearranjos de Carbocátions (Seções 6.8–6.11)

 

7.1 Introdução às Reações de Substituição

 

Este capítulo apresenta uma classe de reações, chamadas de reações de

substituição, em que um grupo é trocado por outro, enquanto o Capítulo 8 apresenta as reações de eliminação, caracterizadas pela formação de uma

ligação π:

 

Reações de substituição e eliminação muitas vezes competem entre si; na

verdade, as últimas três seções do Capítulo 8 exploram os principais fatores

que regem essa competição. Neste capítulo, vamos concentrar a nossa

atenção exclusivamente sobre as reações de substituição e, em seguida,

vamos ampliar nossa discussão no Capítulo 8 para incluir as reações de

eliminação.

Uma reação de substituição pode ocorrer quando um eletrófilo

adequado é tratado com um nucleófilo, tal como no exemplo visto a seguir:

 

RELEMBRANDO

Para uma revisão de nucleófilos e eletrófilos veja a Seção 6.7.

 

Os químicos orgânicos costumam usar o termo substrato quando se

referem ao eletrófilo em uma reação de substituição. De modo que um

eletrófilo se comporte como um substrato em uma reação de substituição,

ele tem de conter um grupo de saída, que é um grupo capaz de se separar

do substrato. No exemplo anterior, o cloreto se comporta como o grupo de

saída. Um grupo de saída exerce duas funções importantes: