Química Orgânica: Volume 1 (2ª Edição)

David Klein · Capítulo 167 de 302

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Química Orgânica: Volume 1 (2ª Edição)

Revisão de Conceitos e Vocabulário

 

SEÇÃO 8.1

• Alquenos são substâncias que possuem uma ligação dupla C=C e podem ser

preparados por meio de eliminação beta ou eliminação 1,2.

• Quando o grupo de saída é especificamente um haleto, a reação é também chamada de

desidroalogenação.

SEÇÃO 8.2

• Alquenos são abundantes na natureza. • Etileno e propileno, ambos formados a partir de craqueamento do petróleo, são

utilizados como materiais de partida para uma ampla variedade de substâncias.

SEÇÃO 8.3

• Alquenos são denominados do mesmo modo que os alcanos, com as seguintes regras

adicionais:

• O sufixo “ano” é substituído por “eno”. • A cadeia principal é a cadeia mais longa que inclui a ligação π. • A ligação π deve receber o menor número possível. • A posição da ligação dupla, é indicada com um único localizador colocado antes da

cadeia principal ou antes do sufixo “eno”.

• O grau de substituição refere-se ao número de grupos alquila ligados à ligação dupla.

SEÇÃO 8.4

• As ligações duplas não apresentam rotação livre a temperatura ambiente, dando origem

a estereoisomerismo.

• Um anel de oito membros é o menor tamanho de anel que pode acomodar uma ligação

dupla trans. Esta regra também se aplica às substâncias bicíclicas em ponte e é chamada de regra de Bredt.

• Os descritores de estereoisomerismo cis e trans só podem ser usados para indicar a

disposição relativa de grupos semelhantes.

• Quando um alqueno possui grupos diferentes (não semelhantes), os descritores de

estereoisomerismo E e Z têm de ser usados. Z indica grupos prioritários no mesmo

lado, enquanto E indica grupos prioritários em lados opostos.

SEÇÃO 8.5

• Um alqueno trans geralmente é mais estável do que o seu estereoisomérico alqueno

cis.

• A estabilidade de um alqueno se eleva com o aumento do grau de substituição.

SEÇÃO 8.6

• Em um processo concertado, uma base abstrai um próton e o grupo de saída

simultaneamente sai.

• Em um processo em múltiplas etapas, primeiro o grupo de saída sai e em seguida a

base abstrai um próton.

SEÇÃO 8.7

• As evidências para o mecanismo E2 concertado incluem a observação de uma equação

de velocidade de segunda ordem.

• Haletos terciários reagem mais facilmente de acordo com E2. • A regioquímica é um problema em reações E2, que são regiosseletivas, porque o

alqueno mais substituído, denominado produto de Zaitsev, é geralmente o produto principal.

• Quando tanto o substrato quanto a base são estericamente impedidos, o alqueno

menos substituído, chamado de produto de Hofmann, é o produto principal.

• Reações E2 são estereoespecíficas, porque elas ocorrem, geralmente, através da

conformação anticoplanar, em vez da conformação sin-coplanar. Pequenos desvios de coplanaridade podem ser tolerados, e isto é suficiente para que o próton e o grupo de saída sejam antiperiplanar.

• Ciclo-hexanos substituídos sofrem somente reações E2 a partir da conformação em

cadeira, na qual o grupo de saída e o próton ocupam posições axiais.

• Reações E2 também são estereosseletivas, favorecendo mais aos alquenos

dissubstituídos trans do que alquenos dissubstituídos cis.

SEÇÃO 8.8

• A regioquímica e a estereoquímica têm que ser consideradas quando se preveem os

produtos de uma reação E2.

SEÇÃO 8.9

• As evidências para o mecanismo E1 em múltiplas etapas incluem a observação de uma

equação de velocidade de primeira ordem.

• Haletos terciários reagem mais facilmente através de um processo E1, enquanto haletos

primários não são reativos em um processo E1.