Química Orgânica: Volume 1 (2ª Edição)
Revisão da Aprendizagem
• A adição de HX aos alquinos provavelmente ocorre através de vários caminhos
reacionais mecanísticos, sendo que todos eles ocorrem ao mesmo tempo e competem entre si.
• O tratamento de um alquino terminal com HBr e peróxidos produz uma adição anti-
Markovnikov do HBr.
SEÇÃO 10.7
• A hidratação de alquinos catalisada por ácido é catalisada pelo sulfato de mercúrio
(HgSO ) formando um enol que não pode ser isolado, pois rapidamente se converte em 4
uma cetona.
• Enóis e cetonas são tautômeros, que são isômeros constitucionais que rapidamente se
interconvertem através da migração de um próton.
• A interconversão entre um enol e uma cetona é chamada tautomerização cetoenólica
e é catalisada por quantidades traço de ácido ou base.
• A hidroboração-oxidação de um alquino terminal ocorre através de uma adição anti-
Markovnikov produzindo um enol, que é convertido rapidamente em um aldeído através de tautomerização.
• Em condições básicas, a tautomerização prossegue através de um ânion estabilizado
por ressonância chamado íon enolato.
SEÇÃO 10.8
• Alquinos podem sofrer halogenação para formar um tetrahaleto.
SEÇÃO 10.9
• Quando tratados com ozônio seguido por água, alquinos internos sofrem clivagem
oxidativa produzindo ácidos carboxílicos.
• Quando um alquino terminal sofre clivagem oxidativa, o lado terminal é convertido em
dióxido de carbono.
SEÇÃO 10.10
• Íons alquineto sofrem alquilação quando tratados com um haleto de alquila (metila ou
primário).
• O acetileno possui dois prótons terminais e pode sofrer duas alquilações separadas.
SEÇÃO 10.11
• Um alqueno pode ser convertido em um alquino através de bromação seguida por
eliminação com NaNH em excesso. 2
REVISÃO DA APRENDIZAGEM
10.1 MONTAGEM DO NOME SISTEMÁTICO DE UM ALQUINO
ETAPA 1 ETAPA 2 ETAPA 3 Numeração ETAPA 4 Ordenação
Identi cação da Identi cação e da cadeia principal e dos substituintes
cadeia principal: determinação do atribuição de um alfabeticamente.
escolha da cadeia nome dos localizador a cada
mais longa que inclui substituintes. substituinte.
a ligação tripla.
Tente Resolver os Problemas10.1-10.4,10.35, 10.36
10.2 PREVISÃO DA POSIÇÃO DO EQUILÍBRIO PARA A DESPROTONAÇÃO DE UM ALQUINO TERMINAL
ETAPA 1 Identi cação do ácido e da base em ETAPA 2 Comparação dos ETAPA 3 O
cada um dos lados do equilíbrio. dois ácidos e equilíbrio
determinação de qual é o favorece o ácido
ácido mais fraco (pKa mais mais fraco e a
elevado). base mais fraca.
Neste caso, o
equilíbrio
favorece o lado
esquerdo.
Tente Resolver os Problemas 10.5,10.6,10.39, 10.42 10.3 REPRESENTAÇÃO DO MECANISMO DE TAUTOMERIZAÇÃO CETOENÓLICA CATALISADA POR
ÁCIDO
ETAPA 1 Protonação da ligação π do enol (o ETAPA 2 Representação ETAPA 3
grupo hidroxila não é protonado). da estrutura de Remoção de um
ressonância do próton para
intermediário. formar a
cetona.
Tente Resolver os Problemas 10.16, 10.17,10.49b,10.63,10.64, 10.67
10.4 ESCOLHA DOS REAGENTES APROPRIADOS PARA A HIDRATAÇÃO DE UM ALQUINO
ETAPA 1 Identi cação do resultado regioquímico.
ETAPA 2 Escolha dos reagentes que levam ao resultado desejado.
Tente Resolver os Problemas10.22–10.24, 10.57b
10.5 ALQUILAÇÃO DE ALQUINOS TERMINAIS
ETAPA 1 Representação das ETAPA 2 Inserção do primeiro ETAPA 3 Inserção do
estruturas descritas no grupo alquila usando amida de segundo grupo alquila (se
problema. sódio, seguida pelo haleto de for necessário).
alquila apropriado.
Tente Resolver os Problemas10.28–10.31, 10.40f,10.46,10.50, 10.59
10.6 INTERCONVERSÃO DE ALCANOS, ALQUENOS E ALQUINOS
Reagentes para a interconversão.