Química Orgânica: Volume 1 (2ª Edição)

David Klein · Capítulo 209 de 302

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Química Orgânica: Volume 1 (2ª Edição)

Revisão da Aprendizagem

• A adição de HX aos alquinos provavelmente ocorre através de vários caminhos

reacionais mecanísticos, sendo que todos eles ocorrem ao mesmo tempo e competem entre si.

• O tratamento de um alquino terminal com HBr e peróxidos produz uma adição anti-

Markovnikov do HBr.

SEÇÃO 10.7

• A hidratação de alquinos catalisada por ácido é catalisada pelo sulfato de mercúrio

(HgSO ) formando um enol que não pode ser isolado, pois rapidamente se converte em 4

uma cetona.

• Enóis e cetonas são tautômeros, que são isômeros constitucionais que rapidamente se

interconvertem através da migração de um próton.

• A interconversão entre um enol e uma cetona é chamada tautomerização cetoenólica

e é catalisada por quantidades traço de ácido ou base.

• A hidroboração-oxidação de um alquino terminal ocorre através de uma adição anti-

Markovnikov produzindo um enol, que é convertido rapidamente em um aldeído através de tautomerização.

• Em condições básicas, a tautomerização prossegue através de um ânion estabilizado

por ressonância chamado íon enolato.

SEÇÃO 10.8

• Alquinos podem sofrer halogenação para formar um tetrahaleto.

SEÇÃO 10.9

• Quando tratados com ozônio seguido por água, alquinos internos sofrem clivagem

oxidativa produzindo ácidos carboxílicos.

• Quando um alquino terminal sofre clivagem oxidativa, o lado terminal é convertido em

dióxido de carbono.

SEÇÃO 10.10

• Íons alquineto sofrem alquilação quando tratados com um haleto de alquila (metila ou

primário).

• O acetileno possui dois prótons terminais e pode sofrer duas alquilações separadas.

SEÇÃO 10.11

• Um alqueno pode ser convertido em um alquino através de bromação seguida por

eliminação com NaNH em excesso. 2

 

REVISÃO DA APRENDIZAGEM

10.1 MONTAGEM DO NOME SISTEMÁTICO DE UM ALQUINO

 

ETAPA 1 ETAPA 2 ETAPA 3 Numeração ETAPA 4 Ordenação

Identi cação da Identi cação e da cadeia principal e dos substituintes

cadeia principal: determinação do atribuição de um alfabeticamente.

escolha da cadeia nome dos localizador a cada

mais longa que inclui substituintes. substituinte.

a ligação tripla.

 

Tente Resolver os Problemas10.1-10.4,10.35, 10.36

 

10.2 PREVISÃO DA POSIÇÃO DO EQUILÍBRIO PARA A DESPROTONAÇÃO DE UM ALQUINO TERMINAL

 

ETAPA 1 Identi cação do ácido e da base em ETAPA 2 Comparação dos ETAPA 3 O

cada um dos lados do equilíbrio. dois ácidos e equilíbrio

determinação de qual é o favorece o ácido

ácido mais fraco (pKa mais mais fraco e a

elevado). base mais fraca.

Neste caso, o

equilíbrio

favorece o lado

esquerdo.

 

Tente Resolver os Problemas 10.5,10.6,10.39, 10.42 10.3 REPRESENTAÇÃO DO MECANISMO DE TAUTOMERIZAÇÃO CETOENÓLICA CATALISADA POR

ÁCIDO

 

ETAPA 1 Protonação da ligação π do enol (o ETAPA 2 Representação ETAPA 3

grupo hidroxila não é protonado). da estrutura de Remoção de um

ressonância do próton para

intermediário. formar a

cetona.

 

Tente Resolver os Problemas 10.16, 10.17,10.49b,10.63,10.64, 10.67

 

10.4 ESCOLHA DOS REAGENTES APROPRIADOS PARA A HIDRATAÇÃO DE UM ALQUINO

 

ETAPA 1 Identi cação do resultado regioquímico.

 

ETAPA 2 Escolha dos reagentes que levam ao resultado desejado.

Tente Resolver os Problemas10.22–10.24, 10.57b

 

10.5 ALQUILAÇÃO DE ALQUINOS TERMINAIS

 

ETAPA 1 Representação das ETAPA 2 Inserção do primeiro ETAPA 3 Inserção do

estruturas descritas no grupo alquila usando amida de segundo grupo alquila (se

problema. sódio, seguida pelo haleto de for necessário).

alquila apropriado.

 

Tente Resolver os Problemas10.28–10.31, 10.40f,10.46,10.50, 10.59

 

10.6 INTERCONVERSÃO DE ALCANOS, ALQUENOS E ALQUINOS

 

Reagentes para a interconversão.