As Luzes de Leonor
Agradecimentos
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Teria sido impossível escrever As Luzes de Leonor sem a colaboração de várias pessoas e instituições que, de diferentes modos, me ajudaram ao longo dos últimos treze anos a reconstituir-reconstruir a vida de Leonor de Almeida, condessa de Oeynhausen e, mais tarde, marquesa de Alorna.
Entre elas saliento a Prof.a Vanda Anastácio, que generosamente partilhou comigo a sua investigação sobre a vida e obra da poetisa, aprofundando pistas que se abriram ao longo de um convívio de amizade cimentada na paixão comum pela fascinante figura de Leonor.
Idêntica menção é devida à escritora Seomara da Veiga Ferreira, pelo precioso auxílio na recolha de bibliografia e pelo seu estímulo amigo, que me permitiu superar momentos de algum desânimo ante as dificuldades enfrentadas.
Por valiosos contributos sobre aspectos particulares da vida de Leonor de Almeida e da sociedade do seu tempo, lembro em particular o marquês de Fronteira Fernando Mascarenhas, Maria Salete Salvado, Fernando Mascarenhas Cassiano Neves e Maria do Sameiro Barroso. Recordo igualmente a pintora Vera Pyrrait, que aceitou criar uma belíssima árvore genealógica das famílias Távora, Oeynhausen e Alorna, e José Manuel Pyrrait pelo apoio técnico a esse trabalho.
Ainda no apoio à investigação, destaco a simpatia do Dr. Luís Sá, responsável pelas bibliotecas municipais de Lisboa entre 1998 e 2001, e da Dr.a Manuela Ramos, técnica de História da Biblioteca Municipal das Galveias, sempre prontos a disponibilizarem-me obras e dados importantes para a caracterização da época da acção deste romance. Dos longos dias passados na Biblioteca Nacional e na Torre do Tombo guardo o útil trabalho que aí me foi proporcionado.
Também o então Ministério do Exército e a Associação 25 de Abril, através do seu presidente, coronel Vasco Lourenço, foram inexcedíveis no modo como me facultaram imprescindíveis visitas ao convento de S. Félix, em Chelas – actual Arquivo Geral do Exército –, onde Leonor esteve em clausura durante dezanove anos com a mãe e a irmã. Nessas deslocações recolhi importante informação sobre o ambiente em que a minha personagem se formou.
Uma referência especial à escritora e amiga Hélia Correia, que me cedeu a sua maravilhosa personagem Lilias Fraser para acompanhar a «minha» Leonor ao longo dos anos desta sua história.
Por fim, cabe-me sublinhar, face aos meus sucessivos adiamentos desta obra, a infinita paciência e o permanente incentivo da minha editora, Cecília Andrade, bem como a cuidada e atenta revisão do texto de Clara Boléo, cuja delicadeza e inteligência de trato me apraz registar.
A ti, Luís, meu amor, quero dizer que sem a tua ajuda, o teu constante e activo apoio, sem a tua infinita paciência mas também o teu caloroso entusiasmo ao longo dos últimos treze anos, eu nunca teria conseguido chegar ao fim da aventura que foi escrever este romance.
A todas e todos aqui deixo expressa a minha mais profunda gratidão.
Maria Teresa Horta
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