Mulheres
baixo. Não olhava para a mala. Puxava…
baixo. Não olhava para a mala. Puxava simplesmente o fecho para cima e para baixo.
«Mãezinha, eu quero um sino.»
«Anda, Tammie, vamo-nos embora.»
«Oh, está bem.»
Agarrei na mala e elas seguiram-me.
Segui o Camaro até a casa da sua mãe. Entrámos. Tammie especou-se em frente da cómoda da mãe e começou a abrir e a fechar todas as gavetas. Cada vez que abria uma, metia lá a mão e revolvia tudo. Depois fechava violentamente a gaveta e passava à seguinte. A mesma coisa.
«Tammie, o avião está quase a partir.»
«Oh, não, temos muito tempo. Detesto andar às voltas nos aeroportos.»
«O que vais fazer da Dancy?»
«Vou deixá-la aqui, logo que a minha mãe chegar do trabalho.»
Dancy começou a chorar. Por fim ela sabia, chorava, as lágrimas corriam, e depois parou e fechou os punhos e gritou: «EU QUERO UM SINO!».
«Escuta, Tammie, vou esperar dentro do carro.»
Saí e esperei. Esperei cinco minutos e depois voltei a entrar em casa. Tammie continuava a abrir e a fechar gavetas.
«Por favor, Tammie, vamos embora!»
«Está bem.»
Virou-se para Dancy. «Escuta, ficas aqui até a vovó chegar. Deixa a porta fechada e não deixes entrar ninguém a não ser a vovó!»
Dancy começou a chorar outra vez. Depois gritou, «ODEIO-TE!».
Tammie seguiu-me e entrámos para o Volks. Pus o motor a trabalhar. Ela abriu a porta e saiu. «TENHO DE IR BUSCAR UMA COISA AO MEU CARRO!»
Tammie correu até ao Camaro. «Oh, merda, tranquei as portas e não tenho a chave! Tens um cabide?»
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