Mulheres
teso. Ela trazia um vestido, um vestido…
teso. Ela trazia um vestido, um vestido azul simples e justo, saltos altos e um pequeno chapéu na cabeça. Era raro ver uma mulher com um vestido. As mulheres de Los Angeles vestiam calças
constantemente...
Como não tivemos de esperar pela bagagem, fomos logo para casa. Estacionei mesmo em frente da casa e subimos a álea. Ela sentou-se no sofá enquanto eu lhe servia uma bebida, íris olhou para a estante que eu tinha construído.
«Escreveste todos aqueles livros?»
«Sim.»
«Não fazia ideia de que já tinhas escrito tantos.»
«Escrevi-os.»
«Quantos são?»
«Não sei. Vinte, vinte e cinco.»
Beijei-a, pus-lhe o braço à volta da cintura e puxei-a para mim. Pus a outra mão no seu joelho.
O telefone tocou. fui atender.
«Hank?» Era Valerie.
«Sim?»
«Quem é?»
«Quem é, quem?»
«Essa rapariga.»
«Oh, é uma amiga do Canadá.»
«Hank, tu e o raio das tuas mulheres!»
«Sim.»
«Bobby quer saber se tu e...»
«íris.»
«Ele quer saber se tu e a íris querem cá vir à noite, para bebermos um copo.»
«Esta noite, não. Por motivos de força maior.»
«Ela tem cá um corpo!»
«Eu sei.»
«Então, talvez amanhã.»
«Talvez...»
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