Mulheres
nenhum esforço para encolher a barriga. Fiquei…
nenhum esforço para encolher a barriga. Fiquei de pé ao lado da cama, despi os calções e deixei-os no chão. Virei-me para Debra. Tomei-a entre os meus braços. Os nossos corpos apertavam-se um contra o outro. A sua boca estava aberta. Beijei-a. A sua boca era como uma cona húmida. Ela estava pronta. Senti isso. Não eram necessários jogos preliminares. Beijámo-nos, a sua língua saía e entrava da minha boca. Agarrei-a entre os meus dentes, prendi-a. Depois saltei para cima dela e enfiei-lho.
Enquanto a fodia, a sua cabeça virava de um lado para o outro. Excitou-me. A sua cabeça virava-se e saltava na almofada cada vez que o enfiava e tirava. De quando em quando, enquanto a fodia, virava-lhe a cabeça para poder beijar aquela boca vermelho-sangue. Por fim, estava a dar resultado. Eu estava a foder todas as mulheres e raparigas que havia galado com concupiscência nos passeios de L. A. em 1937, o último ano mau da depressão, na altura em que um eu custava dois dólares e ninguém tinha dinheiro (ou esperança). Tive de esperar muito tempo para o conseguir. Eu ia e vinha. Eu estava a dar uma foda excepcional! Agarrei uma vez mais na cabeça de Debra e uma vez mais beijei aqueles lábios vermelhos, enquanto esguichava dentro dela, dentro do seu diafragma.
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No dia seguinte, um sábado, Debra preparou o nosso pequeno-almoço.
«Acompanhas-nos hoje na caça aos antiquários?»
«Claro.»
«Estás com ressaca?», perguntou.
«Não muito.»
Comemos em silêncio durante algum tempo e depois ela disse-me: «Gostei da tua leitura no The Lancer. Estavas bêbedo mas saíste-te bem».
«Por vezes não consigo.»
«Onde vais ler a seguir?»
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