Mulheres
no sofá, ao pé dela. Enlacei-a e…
no sofá, ao pé dela. Enlacei-a e beijei-a. Enquanto a beijava, ela olhou-me fixamente nos olhos. Parei. «Vamos foder», disse eu.
«Tenho uma infecção», disse April.
«O que é?»
«É uma espécie de fungos. Nada de grave.»
«Corro o risco de apanhar?»
«É uma espécie de corrimento leitoso.»
«Corro o risco de apanhar?»
«Acho que não.»
«Então vamos foder.»
«Não sei se me apetece foder.»
«Há-de ser bom. Vamos para a cama.»
April caminhou para o quarto e começou a tirar as roupas. Eu tirei as minhas. Metemo-nos debaixo dos lençóis. Comecei a brincar com o seu sexo e beijei-a. Montei-a. Foi muito estranho. Era como se a sua cona estivesse na horizontal! Eu sabia que estava lá dentro, tinha de facto a impressão de estar lá dentro, mas continuei a escorregar para a esquerda. Continuei a foder. Era excitante. Acabei e caí para o lado.
Mais tarde levei-a de carro a casa e subi com ela. Falámos durante bastante tempo e antes de partir anotei a sua direcção e o número do apartamento. À entrada do prédio reconheci as caixas do correio. Eu tinha distribuído ali muito correio, quando trabalhei como carteiro. Saí, entrei para o carro e parti.
11
Lydia tinha dois filhos: Tonto, um rapaz de oito anos, e Lisa, a miúda de cinco anos que tinha interrompido a nossa primeira foda. Uma noite, estávamos todos à mesa, a jantar. As coisas corriam muito bem entre mim e Lydia, eu ficava quase todas as noites para jantar, passava as noites com ela e regressava a casa por volta das onze da manhã para ler o correio e escrever. As crianças dormiam no quarto ao lado, num colchão de água. Era uma velha e pequena casa que Lydia tinha alugado a um velho lutador japonês, agora reconvertido em imobiliário. Ele estava
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