Mulheres
Mas ele era interessante.
«Vai ser difícil, Bobby.»
«Louie ficará triste se não vieres cá vê-lo.»
«OK, Bobby, mas levo dois amigos.»
Fomos até lá e depois das apresentações Bobby trouxe algumas das suas cervejas de segunda. A aparelhagem estava a tocar bastante alto.
«Li a tua história na Knight», disse Louie. «Era muito estranha. Nunca fedeste uma mulher morta, pois não?»
«Por vezes tive a impressão de que algumas estavam mortas.»
«Percebo o que queres dizer.»
«Detesto esta música», disse Tammie.
«E como vai a música, Louie?»
«Bem, agora tenho um grupo novo. Se conseguirmos ficar juntos bastante tempo, talvez consigamos qualquer coisa.»
«Tenho vontade de chupar alguém», disse Tammie, «acho que vou chupar a do Bobby, acho que vou chupar o Louie, acho que vou chupar a do meu irmão!»
Tammie trazia um conjunto comprido, que parecia metade um vestido de noite e a outra metade uma camisa de noite.
Valerie, a mulher de Bobby, estava no trabalho. Trabalhava como empregada de bar, duas noites por semana. Louie e a mulher, Paula, já tinham estado a beber com Bobby.
Louie deu uma golada de cerveja de segunda, começou a sentir-se mal, deu um salto e correu para a porta da frente. Tammie saltou e correu para a porta, atrás dele. Passado um bocado, voltaram os dois.
«Vamo-nos embora daqui», disse Louie para Paula.
«Está bem», disse ela.
Levantaram-se e foram-se embora.
Bobby saiu para ir buscar mais cerveja. Eu e Joy falámos sobre qualquer coisa. De repente, ouvi Bobby:
«Não me culpes! Eh, meu, não me culpes!»
Olhei. Tammie tinha a sua cabeça no regaço de Bobby e a mão nos tomates, depois levou-a mais acima para agarrar-lhe o
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