Mulheres
Apostei. O 4 perdeu por um palmo.…
Apostei. O 4 perdeu por um palmo. As corridas acabavam. Eu e Tammie, juntos, dirigimo-nos para o parque de estacionamento. Enquanto caminhávamos, ela dava-me golpes de anca.
«Preocupaste-me», disse eu.
Encontrámos o carro e entrámos. No caminho para casa, Tammie fumou 6 ou 7 cigarros, fumou-os até metade, e depois esmagou-os no cinzeiro. Ligou o rádio. Subiu e baixou o volume, mudou de estações e fez estalidos com os dedos enquanto ouvia a música.
Mal chegámos, ela correu para a sua casa e fechou a porta.
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A mulher de Bobby trabalhava duas noites por semana e quando isso acontecia ele telefonava-me. Eu sabia que às terças e quintas à noite ele estava só.
Era terça-feira quando o telefone tocou. Era Bobby. «Eh, meu, chateias-te se eu for aí beber umas cervejas?»
«Está bem, Bobby.»
Eu estava sentado numa cadeira em frente a Tammie, que estava no sofá. Bobby chegou e sentou-se no sofá. Abri-lhe uma cerveja. Bobby conversava com Tammie. A conversa era tão chocha que desliguei. Mas de vez em quando ouvia algumas passagens.
«De manha», dizia Bobby, «tomo um banho de chuveiro frio. Faz-me acordar mesmo.»
«Eu também tomo um banho frio de manhã», disse Tammie.
«Tomo um banho frio e depois limpo-me», continuava Bobby, «e depois leio uma revista ou outra coisa qualquer. Então estou pronto para o dia.»
«Eu tomo banho, mas não me limpo, deixo as pequenas gota de água onde estão.»
Bobby continuava: «Às vezes tomo um banho mesmo quente. A água está tão quente que tenho de entrar muito lentamente».
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Bobby levantou-se para mostrar como entrava no banho.
A conversa passou para o cinema e programas de televisão. Ambos pareciam adorar cinema e programas de TV.
Falaram ininterruptamente durante duas ou três horas. Depois, Bobby levantou-se.
«Bem, tenho de ir.»
«Oh, por favor não vás, Bobby», disse Tammie.
«Não, tenho de ir.»
Valerie ia chegar do trabalho.
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Na terça-feira à noite, Bobby telefonou de novo.
«Eh, meu, o que fazes?»
«Nada de especial.»
«Posso ir aí beber algumas cervejas?»
«Preferia não receber ninguém esta noite.»
«Oh, anda lá, meu, é só o tempo de beber umas cervejas...»
«Não, não me apetece.»
«ENTÃO VAI-TE FODER!», gritou.
Desliguei e fui para a outra sala.
«Quem era?», perguntou Tammie.
«Alguém que queria cá vir.»
«Era o Bobby, não era?»
«Sim.»
«Não és nada simpático com ele. Ele sente-se só quando a mulher vai para o trabalho. Que diabo se passa contigo?»
Tammie deu um pulo, correu para o quarto e marcou o número. Eu tinha acabado de lhe comprar meia garrafa de champanhe. Ela ainda não a tinha aberto. Agarrei nela e fui escondê-la na despensa.
«Bobby», disse ela ao telefone, «é a Tammie. Foste tu que acabaste de telefonar? Onde está a tua mulher? Olha, eu vou até aí.»
Desligou e saiu do quarto. «Onde está o champanhe?»
«Vai-te foder, não penses que o vais levar para ir beber com
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