Mulheres
tamente até ao fundo da piscina. Eu…
tamente até ao fundo da piscina. Eu media um metro e oitenta, pesava cem quilos. Esperava tocar o fundo para vir à superfície. Mas onde estava o fundo? Lá estava, e eu quase sem oxigénio. Subi. Subi lentamente. Por fim, quebrei a superfície da água.
«Morte a todas as putas que fecham as coxas quando me vêem!», gritei.
Abriu-se uma porta e saiu um tipo a correr do apartamento. Era o director.
«Eh, é proibido nadar a esta hora da noite! As luzes da piscina estão apagadas!»
Dei umas braçadas em direcção a ele, agarrei-me à borda da piscina e levantei a cabeça.
«Escuta, meu cabrão, eu bebo dois barris de cerveja por dia e sou lutador profissional. Sou amável por natureza. Mas pretendo nadar e quero essas luzes ACESAS! AGORA! Só peço uma vez!»
Continuei a nadar.
As luzes acenderam-se. A piscina estava brilhante. Era mágico. Nadei até ao vodka, agarrei-o e dei um grande gole. A garrafa estava quase vazia. Olhei para o outro lado, Bobby e Valerie nadavam um atrás do outro, debaixo da água. Eram bons nisso, eram ágeis e graciosos. Tão estranho que toda a gente fosse mais nova do que eu.
Fartámo-nos da piscina. Fui de calções molhados até à porta do director e bati. Ele abriu-a. Eu gostava dele.
«Eh, companheiro, podes desligar as luzes. Já acabei de nadar. És porreiro, amigo, és porreiro.»
Dirigimo-nos para os nossos apartamentos.
«Vem beber um copo connosco», disse Bobby. «Sei que te sentes infeliz.»
Entrei e bebi dois copos.
Valerie disse: «Oh, Hank, tu e as tuas mulheresl Não podes fodê-las todas, sabes isso?».
«A vitória ou a morte!»
«Vai dormir, Hank.»
«Boa noite, amigos, e obrigado...»
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