Mulheres
Mercedes sentou-se na beira da cama. Cuspi…
Mercedes sentou-se na beira da cama. Cuspi para a mão e comecei a esfregar o caralho.
«Oh», disse ela, «está a crescer!»
«Uh... huh...»
«Está a ficar enorme!»
«Uh... huh...»
«Oh, é toda púrpura com veias grandes! Está a.palpitar*. E feia!»
«Ih!»
Enquanto batia à punheta, aproximei o caralho da cara dela. Ela olhava. Quando estava prestes a vir-me, parei.
«Oh», disse ela.
«Olha, tive uma ideia muito melhor...»
«Qual?»
«Bate tu.»
«Está bem.»
Começou a bater. «Estou a fazer bem?»
«Um pouco mais depressa. E cospe para a mão. E agarra-a toda, não só ao pé da cabeça.»
«Está bem... Oh, meu Deus, olha só... Quero vê-la esguichar.»
«Continua, Mercedes. OH! MEU DEUS!»
Estava quase a vir-me. Tirei-lhe a mão do caralho. «Oh, merda!», disse ela.
Ela inclinou-se e meteu-o na boca. Começou a chupar e a bater, percorrendo-o com a língua de cima a baixo.
«Oh, sua puta!»
Depois tirou a boca.
«Continua! Continua! Acaba!»
«Não!»
«Bem, tu assim quiseste!»
Atirei-a sobre a cama e saltei-lhe para cima. Beijei-a violentamente e enfiei-o. Fodi-a com violência, sem parar. Gemi e vim-me. Vim-me dentro dela, senti o esperma a entrar, a fumegar dentro dela.
180