Mulheres
«Queres que te leve a casa?»
«Gosto daquilo.»
«Queres que te leve a casa?»
«Se não te importares.»
Ela vivia dois quarteirões a leste de Fairfax. «A minha casa é aquela», disse, «com a porta de rede.»
«Parece ser uma bonita casa.»
«E. Queres entrar um bocado?»
«Tens algo que se beba?»
«Gostas de xerez?»
«Com certeza...»
Entrámos. Havia toalhas no chão. Ela atirou-as para debaixo do sofá. Voltou com o xerez. Era uma coisa barata.
«Onde é a casa-de-banho?»
Puxei o autoclismo para que não me ouvisse vomitar o xerez. Voltei a puxar e saí.
«Mais um copo?», perguntou ela.
«Com certeza.»
«Os miúdos estiveram cá, por isso é que a casa está nesta confusão.»
«Tens filhos?»
«Sim, mas o Sam toma conta deles.»
Acabei de beber. «Bem, obrigado pela bebida. Tenho de ir andando.»
«Está bem, já tens o meu número de telefone?»
«Claro.»
Valência acompanhou-me até à porta. Beijámo-nos. Dirigi-me para o Volks. Entrei e liguei o motor. Virei a esquina, parei em segundas vias, abri a porta e vomitei o meu último copo.
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De três em três ou de quatro em quatro dias encontrava-me com Sara, em casa dela ou na minha. Dormíamos juntos, mas não havia sexo. Andávamos muito perto disso, mas
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