Mulheres
der! Corri para os tirar de lá…
der! Corri para os tirar de lá e ela aparece de trás de um arbusto e começa a gritar. Os vizinhos espreitaram e lá estava eu em calções, a queimar as mãos, a tentar tirar os vestidos do tejadilho.»
«Ela parece uma das minhas», disse eu.
«OK, disse então para mim que estava tudo acabado entre nós. Duas noites depois, estou aqui sentado, tinha trabalhado no clube nessa noite, e estou aqui sentado, às 3 da manhã, bêbedo e em calções. Bateram à porta. Reconheci o modo de bater, era ela. Abri-a e ela não estava lá. Saio para ir ver o carro e ela tinha embebido mais vestidos em gasolina e ardiam. Só que desta vez ardiam sobre o capot. Ela aparece não sei donde e desata a gritar. Os vizinhos espreitavam. Lá estava eu mais uma vez em calções, a tentar tirar aqueles vestidos a arder do capot.»
«Ê fantástico, quem me dera que tivesse acontecido comigo.»
«Devias ver o meu novo carro. Tem bolhas de tinta a cobrir o capote o tejadilho.»
«E agora, onde está ela?»
«Estamos juntos outra vez. Ela vem aí dentro de meia hora. Então, posso contar contigo para a leitura?»
«Claro.»
«Vais deitar abaixo os grupos de rock Nunca vi nada assim. Gostaria de ter-te lá todas as sextas e sábados à noite.»
«Isso não resultaria, Marty. Pode-se cantar a mesma canção dezenas de vezes, mas com os poemas querem sempre algo de novo.»
Marty riu-se e desligou.
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Levei Tammie. Chegámos um pouco cedo e fomos a um bar do outro lado da rua. Arranjámos uma mesa.
«Agora não bebas muito, Hank. Sabes como pronuncias mal as palavras e saltas versos quando estás demasiado bêbedo.»
«Finalmente», disse eu, «estás a falar bem.»
«Estás com medo do público, não estás?»
«Sim, mas não é medo do palco. É que estou ali como um
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