Mulheres
comprido, mas os seios, isso sim, e…
comprido, mas os seios, isso sim, e pernas e um eu formidáveis.
«Sou eu», disse ela.
Dei-lhe um beijo na face. «Tens bagagem?»
«Sim.»
«Vamos ao bar. Detesto esperar pela bagagem.»
«Está bem.»
«Es tão pequena...»
«Quarenta e cinco quilos.»
«Meu Deus...» Eu ia parti-la a meio. Ia ser como violar uma criança.
Fomos ao bar e sentámo-nos. A empregada pediu o bilhete de identidade a Tanya. Ela já o tinha na mão.
«Você parece ter dezoito anos», disse-lhe a empregada.
«Eu sei», disse Tanya com a sua voz de Betty Boop. «Quero um whisky com água.»
«Dê-me um conhaque.»
Duas mesas mais à frente ainda lá estava sentada a mulata, com o vestido repuxado atrás do eu. As suas cuecas eram cor-de-rosa. Ela olhava para mim. A empregada veio com as nossas bebidas. Começámos a beber. Vi-a levantar-se. Ela cambaleou em direcção à nossa mesa. Pôs as duas mãos sobre a mesa e inclinou-se para trás. O seu hálito cheirava a álcool. Ela olhava para mim.
«Então esta é a tua mãe, ha, seu sacana!»
«A minha mãe não pôde vir.»
Elsie olhou para Tanya.
«Quanto é que levas, querida?»
«Vai-te foder», disse Tanya.
«Chupas bem, ao menos?»
«Põe-te a andar. Ainda te ponho preta.»
«Como é que fazes isso? Com um saco de batatas?»
Elsie partiu a abanar-nos o eu. Teve dificuldades em chegar à sua mesa e voltou a exibir as suas esplêndidas pernas. Porque é que eu não podia tê-las ao mesmo tempo? O rei Mongut tinha nove mil mulheres. Pensem nisto: 365 dias por ano divididos por nove mil. Sem discussões. Sem períodos menstruais. Nenhuma sobrecarga psíquica. Apenas festa, festa, festa. Para o rei
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