Mulheres
«Quero dizer, tu não fazes teatro como…
«Quero dizer, tu não fazes teatro como muitos homens. E pareces ser divertido por natureza.»
«Gosto do teu eu, do teu cabelo, dos teus lábios, dos teus olhos, do teu vinho, da tua casa e dos teus charros. Mas a minha vida não é perfeita.»
«Escreves muito sobre mulheres.»
«Eu sei. As vezes pergunto-me sobre o que irei escrever a seguir.»
«Talvez isso nunca pare.»
«Tudo acaba.»
«Passa-me o charro.»
«Claro, Cassie.»
Deu uma passa e beijei-a. Puxei-lhe a cabeça para trás pelos cabelos. Obriguei-a a abrir os lábios. Foi um longo beijo. Depois larguei-a.
«Gostas de fazer isso, não é?», perguntou-me.
«Para mim, é muito mais pessoal e sexual do que foder.»
«Acho que tens razão.»
Bebemos e fumámos durante horas antes de irmos para a cama. Beijámo-nos e excitámo-nos. Eu estava teso e em forma, trabalhei-a bem, mas passados dez minutos compreendi que não ia conseguir. Mais uma vez, tinha bebido muito. Comecei a transpirar e a perder forças. Fui e vim durante algum tempo mais, e caí para o lado.
«Desculpa, Cassie...»
Vi a cabeça descer em direcção ao meu pénis. Ainda estava teso. Começou a lambê-lo. O cão saltou para a cama e eu empurrei-o com um pontapé. Eu observava Cassie a lamber-mo. O luar entrava pela janela e eu podia vê-la perfeitamente. Ela meteu a glande na boca e chupava-a. De repente, entregou-se ao trabalho, fazendo correr a língua de cima para baixo, enquanto chupava. Foi glorioso.
Agarrei-lhe no cabelo com uma das mãos, e enquanto ela chupava o caralho, levantei-o acima da cabeça. Isto durou bastante tempo e por fim apercebi-me de que estava prestes a
224