Mulheres
Bobby tinha muitas gravações novas. Também tinha…
Bobby tinha muitas gravações novas. Também tinha do meu cantor preferido, Randy Newman; ele pô-lo a tocar, não muito alto, a meu pedido.
Ouvíamos Randy e fumávamos e depois Valerie começou a fazer passagens de modelos. Tinha uma dúzia de conjuntos do Frederick’s. Tinha trinta pares de sapatos pendurados atrás da porta da casa-de-banho.
Valerie voltou empoleirada nuns saltos altos de quinze centímetros. Andava com dificuldade. Pavoneou-se na sala e vacilava nas suas andas. O seu eu saía e os mamilos estavam duros e arrebitados sob a blusa justa. Tinha um fino fio de ouro no tornozelo. Girava e parava à nossa frente e fazia alguns movimentos eróticos.
«Meu Deus», dizia Bobby. «Oh... meu Deus!»
«Ai minha Nossa Senhora!», disse eu.
Quando Valerie passou, estendi o braço e agarrei-lhe no eu. Eu estava vivo. Sentia-me em forma. Valerie meteu-se na casa-de-banho para mudar de vestido.
Cada vez que ela saía, parecia mais bonita, mais louca, mais sexy. Todo o processo caminhava para uma espécie de clímax.
Bebemos, fumámos e Valerie continuava a mudar de roupa. Um espectáculo dos diabos.
Sentou-se nos meus joelhos e Bobby tirou algumas fotografias.
A noite avançava. Depois olhei à volta e eles tinham desaparecido. Fui até ao quarto e lá estava Valerie na cama, nua, com os sapatos de salto alto. O seu corpo era sólido e esguio.
Bobby ainda estava vestido e chupava os seios dela, passando de um para o outro. Os mamilos dela estavam rijos.
Bobby levantou os olhos para mim. «Eh, velhote, já ouvi gabares-te do modo como lambes as ratas. Como é?»
A cabeça dele desceu e abriu as pernas a Valerie. Os pêlos da cona eram compridos, frisados e emaranhados. Bobby foi por ali abaixo e lambeu-lhe o clitóris. Ele saía-se bem, mas faltava-lhe inspiração.
«Espera aí, Bobby, tu não sabes fazer. Deixa-me mostrar-te.»
Fui lá com a boca. Comecei por baixo e fui subindo. Depois cheguei ao sítio. Valerie reagia. Demasiado. Ela cruzou as per-
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