Mulheres
suas cuecas. A ponta de um dos…
suas cuecas. A ponta de um dos dedos sentiu o alto da sua rata. Estava molhada. Enquanto continuava a beijá-la, enfiava-lhe o dedo dentro da rata. Depois tirei a mão, afastei-me, agarrei na garrafa e servi-me doutra bebida. Sentei-me à mesa da cozinha, Lydia deu a volta, e sentou-se do outro lado, olhando para mim. Depois pôs-se de novo a trabalhar no barro. Eu bebia devagar o meu whisky.
«Escuta», disse eu, «sei qual é o teu problema.»
«O quê?»
«Sei qual é o teu problema.»
«O que é que queres dizer?»
«Olha», disse eu, «esquece.»
«Eu quero saber.»
«Não te quero ferir.»
«Raios, quero saber do que estás a falar.»
«OK, dir-te-ei se me deres outro copo.»
«Está bem.» Lydia pegou no meu copo vazio e encheu-o com metade de whisky e metade de água. Bebi-o, de novo, de um só trago.
«Então?», perguntou-me.
«Ora bolas, tu sabes.»
«Sei o quê?»
«Que tens uma grande rata.»
«O quê?»
«Não é nada de excepcional. Tiveste duas crianças.»
Lydia sentou-se silenciosa e pôs-se a trabalhar no barro. Depois pousou o instrumento. Dirigiu-se para o canto da cozinha, ao pé da porta das traseiras. Vi-a inclinar-se para tirar os sapatos. Depois tirou osjeans e as cuequinhas. A sua cona estava ali e olhava para mim.
«Está bem, meu sacana», disse. «Vou mostrar-te como estás enganado.» Tirei os sapatos, as calças e as cuecas. Ajoelhei-me sobre o chão de linóleo, e deitei-me em cima dela. Comecei a beijá-la. Entesei-me rapidamente e senti que a penetrava. Comecei a fodê-la... um, dois, três...
Alguém bateu à porta da entrada. Era um bater de criança
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