Mulheres
Esfreguei o caralho com vaselina. Depois apaguei…
Esfreguei o caralho com vaselina. Depois apaguei a luz e fui para a cama.
«Põe-te de costas», disse eu.
Passei-lhe um braço por baixo e apalpei-lhe um dos seios, antes de passar o outro braço por baixo e agarrar-lhe no outro. Senti-me bem com a cara no seu cabelo. Entesei-me e levei-o até ao eu. Agarrei-a pela cintura e puxei-lhe o eu contra mim, num golpe seco, e enfiei-lho. «Oooooohh», disse ela.
Comecei a trabalhar. Enfiei-o mais fundo. As bochechas do seu eu eram grandes e macias. Comecei a transpirar enquanto a comia. Depois, deitei-a de barriga para baixo e enfiei-lho mais. Estava a tornar-se mais apertado. Toquei-lhe na extremidade do cólon e ela gritou.
«Cala-te! Raios te partam!»
Ela era muito apertada. Enfiei-o ainda mais fundo. O seu eu prendia-me duma maneira inacreditável. Enquanto a fodia, senti inesperadamente uma dor de lado, uma ardente e terrível dor, mas continuei. Eu dobrava-a a meio, pela espinha dorsal. Gritei como um louco e vim-me.
Fiquei a descansar por cima dela. A dor de lado era atroz. Ela chorava.
«Raios te partam, qual é o teu problema? Não toquei na tua cona.»
Caí para o lado.
De manhã, Mercedes pouco falou, vestiu-se e foi para o trabalho.
Bem, pensei, lá se vai mais uma ao ar.
73
Na semana seguinte, bebi menos. Fui às corridas para apanhar ar, ver o pôr-do-sol e andar a pé. À noite bebi, perguntando-me porque ainda estava eu vivo, como funcionava tudo isto. Pensei em Katherine, Lydia e Tammie. Não me sentia muito bem.
178