Mulheres
«Sim. Mas mudei-lhe o nome para Katherine,…
«Você conhece-a?»
«Sim. Mas mudei-lhe o nome para Katherine, por causa da Katherine Hepburn.»
«Você conhece-a mesmo?»
«Bastante bem.»
«Como, bastante bem?»
«Ela vem visitar-me dentro de um ou dois dias.»
«Verdade?»
«Sim.»
Acabámos as cervejas e saí para ir buscar mais. Quando voltei, Monty tinha partido. Joanna disse-me que ele tinha um encontro. Conversámos sobre pintura e mostrei-lhe algumas das minhas telas. Ela olhou para elas e disse que gostaria de comprar duas telas. «Quanto?», perguntou ela.
«Bem, quarenta dólares pela pequena e sessenta pela maior.»
Joanna passou-me um cheque de cem dólares. Depois disse: «Quero que viva comigo».
«O quê? Isso é rápido de mais.»
«Mas rentável. Tenho dinheiro. Mas não me pergunte quanto. Já encontrei um certo número de razões que fazem com que devamos viver juntos. Quer ouvi-las?»
«Não.»
«Se vivermos juntos, levo-o a Paris.»
«Detesto viajar.»
«Mostrar-lhe-ia um Paris de que havia de gostar.»
«Dê-me tempo para pensar.»
Inclinei-me e dei-lhe um beijo. Voltei a beijá-la demoradamente. «Merda, vamos para a cama», disse eu.
«Está bem.»
Despimo-nos antes de nos deitarmos. Ela media um metro e oitenta. Eu estava habituado a mulheres pequenas. Era estranho - em cada sítio que tocava parecia ser mais mulher que o habitual. Excitámo-nos. Fiz-lhe um minete de 3 ou 4 minutos e depois montei-a. Ela era boa, era mesmo boa. Lavámo-nos, vestimo-nos e levou-me a jantar a Malibu. Disse-me que vivia em Galveston, no Texas. Deu-me a direcção e o número de telefone, dizendo-me que fosse visitá-la. Disse-lhe que sim. Disse-me
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