Mulheres
ros. Eu trouxe cerveja e sentámo-nos no…
ros. Eu trouxe cerveja e sentámo-nos no sofá, a beber e a fumar. Não falámos muito. Eu apalpei-lhe as pernas, bebemos e fumámos durante bastante tempo.
Por fim despimo-nos e fomos para a cama - primeiro Mercedes, depois eu. Começámos a beijar-nos e acariciei-lhe a cona. Ela agarrou-me no caralho. Montei-a. Mercedes enfiou-o. A sua gata agarrou-o com firmeza, apertou-o. Irritei-a um pouco, pondo-o quase todo cá fora e mexendo com a cabeça para trás e para a frente. Depois enterrei-o fundo, lentamente, sem pressas. De repente dei-lhe quatro ou cinco estocadas, a sua cabeça balançava na almofada. «Arrrrggg...» disse ela. Depois acalmei-me e fodi-a.
Era uma noite muito quente e ambos suávamos. Mercedes estava pedrada com os charros e a cerveja. Decidi acabar em beleza. Mostrar-lhe duas ou três coisas.
Eu ia e vinha. Cinco minutos. Mais dez minutos. Não consegui vir-me. Comecei a enfraquecer, estava a perder o tesão.
Mercedes ficou preocupada. «Continua!» ela suplicava. «Oh, continua, querido!»
Nem isso me ajudou. Caí para o lado.
Era uma noite insuportável, de tão quente que estava. Agarrei no lençol para limpar o suor. Ali, deitado, conseguia ouvir o meu coração a bater. Era um som estranho. Perguntava-me o que estava Mercedes a pensar.
Fiquei ali morto, o caralho mole.
Mercedes virou o rosto para mim. Beijei-a. Beijar é muito mais íntimo do que foder. E por isso que nunca gostei que as minhas namoradas beijassem outros homens. Preferia que fodessem com eles.
Continuei a beijá-la, e como eu era muito sensível aos beijos, entesei-me de novo. Subi para cima dela, beijando-a, como se aquela fosse a minha última hora de vida.
O meu caralho entrou.
Desta vez sabia que ia conseguir. Eu pressentia o milagre.
Ia vir-me na cona daquela puta. Ia esporrar-me dentro dela e ela nada podia fazer para me impedir.
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Ela era minha. Eu era um exército conquistador, um violador, eu era o seu dono, eu era a morte.
Ela estava desamparada. A sua cabeça agitava-se, agarrava-me e arfava enquanto fazia sons...
«Arrrgg, uuggg, oh oh... ooo... oooooh!»
O meu caralho comia-a.
Fiz um som estranho e depois vim-me.
Passados cinco minutos, ela ressonava. Ambos ressonávamos.
De manhã tomámos banho e vestimo-nos. «Convido-te para o pequeno-almoço», disse eu.
«Está bem», respondeu ela. «A propósito, fodemos ontem à noite?»
«Meu Deus/Não te lembras? Devemos ter fodido durante 50 minutos!»
Eu não podia acreditar. Mercedes não parecia convencida.
Fomos a um sítio ao pé da esquina. Pedi ovos com bacon, café e pão torrado. Mercedes pediu panquecas, presunto e café.
Á empregada trouxe-nos as coisas. Comi um bocado de ovo. Mercedes deitou xarope sobre as panquecas.
«Tens razão», disse ela, «deves ter-me fodido. Sinto o esperma a escorregar pela perna abaixo.»
Decidi não voltar a vê-la.
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Fui a casa de Tammie com as minhas caixas de cartão. Pus primeiro as coisas que ela havia pedido. Depois encontrei outras coisas - outros vestidos e blusas, sapatos, um ferro de engomar, um secador, roupas da Dancy, pratos, uma baixela, um álbum de fotografias. Havia também uma pesada cadeira de rotim que lhe tinha pertencido. Levei tudo para minha casa.
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Tinha oito ou dez caixas cheias de coisas. Encostei-as contra a parede da sala da frente.
No dia seguinte fui buscar Tammie e Dancy à estação.
«Estás com óptimo aspecto», disse Tammie.
«Obrigado.»
«Vamos viver com a minha mãe. Podes levar-nos até lá. Não posso fazer nada contra o despejo. Aliás, quem quer ficar onde não é desejado?»
«Tammie, já tirei a maior parte das tuas coisas. Estão em caixas de cartão, em minha casa.»
«Está bem. Posso lá deixá-las durante alguns dias?»
«Claro.»
A mãe de Tammie partiu para Denver, para ver a irmã, e na noite da sua partida embebedei-me em casa dela. Tammie tinha tomado comprimidos. Eu não quis. Quando ia na quarta embalagem de cervejas, eu disse: «Tammie, não sei o que vês no Bobby. Ele é uma nulidade».
Ela cruzou as pernas, e balançava o pé para trás e para a frente. «Ele acha encantador o que diz», disse eu.
Ela continuava a balançar o pé.
«Filmes, TV, erva, banda desenhada, fotos pornográficas, e nada mais.»
Tammie balançava o pé.
«Sua puta!», disse eu.
Dirigi-me para a porta, bati com ela, e entrei no Volks. Meti-me no meio do trânsito, andei aos esses, lixando a embraiagem e a caixa de velocidades.
Quando cheguei a minha casa, comecei a carregar as caixas para o carro. Sem me esquecer dos discos, cobertores e brinquedos. O carro, claro, não levava muita coisa.
Acelerei para a casa dela. Estacionei em segundas vias e liguei o pisca-pisca. Tirei as caixas do carro e empilhei-as na varanda. Cobri com os cobertores os brinquedos, toquei a campainha e parti.
Quando voltei com o segundo carregamento, já as outras
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