Mulheres
«A propósito de quê?» «Sobre nós.»
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No dia do Thanksgiving, íris preparou o peru e pô-lo no forno. Bobby e Valerie passaram lá por casa para beberem uns copos, mas não ficaram. Que alívio, íris trazia um outro vestido, tão sedutor como o outro.
«Sabes», disse ela, «eu não trouxe muita roupa. Amanhã, eu e Valerie vamos fazer compras ao Fredericks. Vou comprar uns sapatos de puta. Hás-de gostar.»
«Hei-de gostar, sim, íris.»
Fui à casa-de-banho. Eu tinha escondido no armário dos remédios a fotografia que Tanya me tinha enviado. Tinha o vestido levantado e não vestia cuecas. Via-se a sua cona. Ela era uma puta gira.
Quando saí, íris estava a lavar qualquer coisa. Agarrei-a por trás, virei-a para mim e beijei-a.
«Es um cão velho e resistente!», disse ela.
«Minha querida, esta noite vou fazer-te sofrer!»
«Espero bem que sim.»
Bebemos durante toda a tarde, e depois atirámo-nos ao peru, por volta das cinco ou seis da tarde. A comida pôs-nos sóbrios. Uma hora depois começámos a beber outra vez. Fomos cedo para a cama, cerca das dez da noite. Não tive problemas. Estava suficientemente sóbrio para garantir uma longa cavalgada. Mal comecei a cavalgar, apercebi-me de que ia conseguir. Não tentava sobretudo dar prazer a íris. Prosseguia sempre em frente e dei-lhe uma das antigas, à cavalo. A cama saltava e ela fazia esgares. Depois vieram os gemidos. Abrandei um pouco, retomei o ritmo até chegar ao fim. Ela veio-se ao mesmo tempo que eu; pareceu-me. Claro, um homem nunca tinha a certeza. Caí para o lado. Sempre gostei de bacon canadiano.
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