Mulheres
«Já disse; leva-me contigo.»
«Espera um pouco.»
Voltei-me para a loira.
«Olha, tu és muito bonita, mas não posso ir contigo. Não quero magoar o teu amigo.»
«Que se foda o gajo. É um monte de merda.»
A morena agarrou-me pelo braço. «Leva-me contigo agora ou vou-me embora.»
«Está bem», disse eu, «vamos embora.»
Encontrei Macintosh. Tinha o ar de quem não estava a fazer muito. Acho que ele não gostava de festas.
«Vamos, Mac, leva-nos para o hotel.»
Havia mais cerveja. A rapariga disse-me que se chamava íris Duarte. Era meio índia e fazia a dança do ventre como profissão. Levantou-se e começou a mexê-lo. Era bonito.
«É necessário ter a roupa adequada para dar o efeito desejado», disse ela.
«Não, eu não preciso.»
«Quero dizer, eu preciso, para que saia bem, percebes?»
Parecia uma índia. O nariz e a boca eram de índio. Teria vinte e três anos, olhos castanhos escuros, falava pausadamente e tinha um corpo fabuloso. Lera quatro ou cinco dos meus livros. Porreiro.
Bebemos ainda durante uma hora e metemo-nos na cama. Lambi-lhe a rata, montei-a e comi-a sem resultado. Foi pena.
De manhã lavei os dentes, a cara com água fria e voltei para a cama. Comecei a brincar com a sua cona. Ficou húmida e entesei-me. Montei-a. Enfiei-o, a pensar naquele corpo magnífico, naquele corpo jovem. Ela agarrou em tudo o que eu tinha para lhe dar. Foi uma das boas. Foi mesmo muito boa. Depois, íris foi para a casa-de-banho.
Estendi-me a pensar em como tinha sido tão bom. íris voltou e meteu-se na cama. Não falámos. Passou-se uma hora. Depois voltámos a repetir.
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