Mulheres
«Alguns nem mesas de cozinha têm.»
«Foste casado?», perguntou Valência.
«Uma vez.»
«O que é que correu mal?»
«Começámos a odiar-nos.»
«Fui casada quatro vezes. Ainda vejo os meus ex-maridos. Somos amigos.»
«Bebe.»
«Pareces nervoso», disse ela.
«Não, estou bem.»
Valência acabou a seu copo e estendeu-se no sofá. Pôs a cabeça sobre os meus joelhos. Acariciei-lhe os cabelos. Eu via os seus seios pela abertura da blusa. Debrucei-me e dei-lhe um longo beijo. A sua língua entrava e saía da minha boca. Eu odiava-a. O meu caralho começou a crescer. Beij amo-nos outra vez e enfiei-lhe a mão debaixo da blusa.
«Eu sabia que um dia havia de encontrar-te», disse ela.
Beijei-a outra vez, com uma certa ferocidade. Ela sentiu o meu caralho contra a sua cabeça.
«Eh!», disse ela.
«Não é nada», disse eu.
«O caraças», disse ela. «O que é que queres?»
«Não sei...»
«Eu sei.»
Valência levantou-se e foi para a casa-de-banho. Quando voltou, vinha nua. Pôs-se debaixo dos lençóis. Bebi outro copo. Depois despi-me e fui para a cama. Puxei os lençóis para trás. Que tetas. Cobriam-lhe quase metade do corpo. Agarrei numa com ambas as mãos o melhor que pude e chupei-lhe o mamilo. Não endureceu.
Virei-me para o outro seio e chupei-lhe o mamilo. Nada. Bati-lhe nos seios. Pus o caralho entre elas. Os mamilos continuavam murchos. Empurrei o caralho para a sua boca e ela virou a cabeça. Pensei queimar-lhe o eu com um cigarro. Que massa de carne que era ela. Tetas gastas e lançadas à rua. As putas geral-
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