Mulheres
- de pequenos punhos, enérgicos e persistentes.…
- de pequenos punhos, enérgicos e persistentes. Lydia empurrou-me imediatamente. «É Lisa! Ela hoje não foi à escola! Estava em...» Lydia pôs-se em pé e começou a vestir-se.
«Veste-te!», disse-me.
Vesti-me o mais rápido possível. Lydia dirigiu-se para a porta e a sua filha de cinco anos lá estava: «MAMA! MAMÃ! Cortei-me no dedo!»
Eu passeava-me na sala da frente. Lydia sentou Lisa sobre os seus joelhos. «Oooo, deixa a Mamã ver. Oooo, deixa a Mamã beijar o dedo. A Mamã vai pô-lo bom!»
«Mamã, ele dói!»
Eu olhei para o golpe. Era quase invisível.
«Olha», dirigi-me por fim a Lydia, «vejo-te amanhã.»
«Desculpa», respondeu.
«Eu compreendo.»
Lisa levantou os olhos para mim, as lágrimas corriam.
«A Lisa não deixa que aconteça nada de mau à sua Mamã», disse Lydia.
Abri a porta, fechei-a e encaminhei-me para o meu Mercury Comet de 1962.
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Por essa altura eu editava uma pequena revista, The Laxative Approach. Tinha dois co-editores e havia a sensação de estarmos a publicar os melhores poetas do nosso tempo. Mas também alguns menos bons. Um dos editores, Keneth Mulloch (Preto), tinha desistido do liceu, media um metro e oitenta e cinco, e era sustentado pela mãe e pela irmã. O outro editor era Sammy Levinson (Judeu), vinte e sete anos, que vivia com os seus pais e era sustentado por eles.
As folhas estavam impressas. Só nos faltava colá-las e agrafá-las dentro das capas.
«O que vais fazer», disse Sammy, «é uma verdadeira festa de colagem. Ofereces as bebidas e algo que se coma, e deixa-os fazer o trabalho.»
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