Mulheres
«Eu durmo no meio.»
«Está bem.»
Continuei a preparar bebidas e ficámos sem gota. Telefonei para a loja das bebidas. «Eu quero...»
«Espere aí, amigo», disse o homem, «nós não fazemos distribuições ao domicílio antes das 6 da tarde.»
«Ah, sim? Eu deixo aí todos os meses duzentos dólares...»
«Quem fala?»
«Chinaski.»
«Oh, Chinaski... o que é que deseja?»
Disse-lhe o que queria. «Sabe como cá chegar?»
«Oh, sim.»
Passados oito minutos, chegou. Era o australiano gordo que estava sempre a transpirar. Agarrei nas duas caixas e pousei-as na cadeira. «Olá, meninas», disse o australiano.
Não responderam.
«Quanto é, Arbuckle?»
«Bem, dá 17 dólares e 94.»
Dei-lhe vinte. Começou a fazer o troco.
«Deixa estar. Compra uma casa nova.»
«Obrigado, senhor.»
Inclinou-se para mim e perguntou-me em voz baixa: «Meu Deus, como é que você faz isto?».
«Escrevo à máquina», respondi.
«Escreve à máquina?»
«Sim. Cerca de dezoito palavras por minuto.»
Levei-o para fora de casa e fechei a porta.
Nessa noite fui para a cama com as duas, e fiquei no meio. Estávamos bêbedos e comecei por agarrar numa, beijá-la e acariciá-la, e depois ocupei-me da outra. Eu saltava duma para outra e era recompensado. Depois concentrei-me numa durante bastante tempo e virei-me depois para a outra. Cada uma delas esperava pacientemente. Eu estava confuso. Gertrude era a mais quente, Hilda a mais nova. Passava-lhe com a mão pela rata, montava-as, mas não as penetrei. Por fim, decidi-me por Gertrude. Mas não consegui nada. Estava muito bêbedo. Gertrude e eu adormecemos, a sua mão a agarrar-me o caralho, as
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