Mulheres
Tessie agarrou no copo, esvaziou-o, voltou a…
Tessie agarrou no copo, esvaziou-o, voltou a pousá-lo e apagou o cigarro. Ela olhava-me, batendo com as longas e falsas pestanas. Como Debra, tinha os lábios muito pintados. Só que a boca de Debra era mais escura e não brilhava tanto. A da Tessie era de um vermelho vivo e brilhava, mantinha-a aberta e lambia constantemente o lábio superior.
De repente, Tessie agarrou-me. Aquela boca abriu-se sobre a minha. Foi excitante. Tinha a impressão de estar a ser violado. O meu caralho começou a crescer. Enquanto ela me beijava, puxei-lhe a saia para cima e meti-lhe a mão na perna esquerda.
«Anda», disse eu, depois de nos termos beijado.
Agarrei-a pela mão e levei-a para o quarto de Debra. Lancei-a para cima da cama. Por cima da colcha. Tirei os meus sapatos e calças, descalcei-a. Beijei-a durante bastante tempo e puxei-lhe a saia vermelha acima das ancas. Não tinha collants. Apenas meias de nylon e cuecas cor-de-rosa. Tirei-lhe as cuecas. Tessie tinha os olhos fechados. Ouvi música clássica vinda duma casa ao lado. Passei-lhe com um dedo pela cona. Rapidamente ficou molhada e abriu-se. Enfiei-lhe o dedo. Depois tirei-o e esfreguei-lhe o clitóris. Ela estava molhada e bonita. Montei-a. Dei-lhe umas estocadas rápidas, viciosas, e depois mais lentamente, antes de voltar à carga. Eu olhava para aquele rosto simples e depravado. Excitava-me bastante. Acelerei.
Tessie empurrou-me bruscamente. «Sai!»
«O quê? O quê?»
«Estou a ouvir a carrinha! Vou-me lixar! Vou perder o emprego!»
«Não, não, minha PUTA!»
Fodi-a sem piedade, encostei os meus lábios contra aquela horrível boca e vim-me dentro dela. Saltei da cama. Tessie agarrou nos seus sapatos e cuecas e correu para a casa-de-banho. Tirei o meu lenço, limpei a colcha e arrumei as almofadas. Quando acabei de vestir as calças, a porta abriu-se. Encaminhei-me para a sala da frente.
«Henry, podes ajudar o Larry a carregar a mesa? É pesada.»
«Com certeza.»
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«Onde está a Tessie?»
«Acho que está na casa-de-banho»
Debra acompanhou-me até à carrinha. Tirámos a mesa da carrinha pela porta de trás e pusemo-la dentro de casa. Quando entrámos, Tessie estava sentada no sofá, a fumar.
«Não deixem cair a mercadoria, rapazes!», disse ela.
«Não há problema», disse eu.
Levámo-la para o quarto de Debra e encostámo-nos à cama. Havia uma outra mesa no quarto que ela tirou. Ficámos por ali a ver o tampo de mármore.
«Oh, Henry... apenas duzentos dólares... gostas?»
«Oh, gira, Debra, bastante gira.»
Fui à casa-de-banho. Lavei a cara e penteei-me. Depois tirei as calças e as cuecas e lavei cuidadosamente as minhas partes. Mijei, vomitei e saí.
«Queres vinho, Larry?», perguntou Debra.
«Oh, não, obrigado...»
«Obrigado pela ajuda, Larry», disse Debra.
Larry saiu pela porta de trás.
«Oh, estou tão contente», disse Debra.
Tessie ficou mais uns dez ou quinze minutos a beber e a conversar connosco. Depois disse: «Tenho de ir».
«Se quiseres, fica», disse Debra.
«Não, não, tenho de ir andando. Tenho de limpar o apartamento, está uma trapalhada.»
«Limpar o apartamento? Hoje? Quando tens dois simpáticos anjos com quem beber?», perguntou Debra.
«Estou aqui sentada a pensar na porcaria que lá está e não consigo ficar descansada. Não tem nada a ver convosco.»
«Está bem, Tessie, podes ir. Perdoamos-te.»
«Está bem, querida...»
Beijaram-se à porta e Tessie foi-se embora. Debra agarrou-me na mão e levou-me para o seu quarto. Admirámos o tampo de mármore.
«O que achas, Henry, sinceramente!»
«Bem, já perdi 200 dólares nas corridas e não levei nada para casa, por isso não acho mal.»
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